Bula Arava

Laboratório

Sanofi

Apresentação de Arava

Cx c/ 30 compr. de 20 mg ou 3 compr. de 100 mg.

Arava – Indicações

Arava é indicado para o tratamento de artrite reumatóide ativa, reduzindo os

sinais e sintomas, inibindo a destruição das articulações e melhorando as funções

físicas e de saúde relacionadas à qualidade de vida.

Arava é também indicado para o tratamento da artrite psoriática ativa.

Contra-indicações de Arava

Arava é contra-indicado em pacientes que apresentam hipersensibilidade à

leflunomida ou a qualquer um dos componentes da fórmula.

Arava é contra-indicado para mulheres grávidas ou que possam vir a

engravidar e não estejam utilizando métodos contraceptivos eficazes durante o

tratamento com leflunomida ou que após o tratamento estejam com níveis

plasmáticos do metabólito ativo (A771726) acima de 0,02 mg/L. A possibilidade

de gravidez deve ser excluída antes de se iniciar o tratamento.

Advertências

Geral

Devido à meia-vida prolongada do metabólito ativo da leflunomida – A771726,

reações adversas podem ocorrer ou persistir mesmo após a interrupção do

tratamento com leflunomida (ver item REAÇÕES ADVERSAS).

Caso ocorra uma reação adversa grave com leflunomida, ou se por qualquer

outra razão for necessário eliminar rapidamente o A771726 do organismo,

deve-se iniciar a administração de colestiramina ou carvão ativado, conforme

descrito no item SUPERDOSAGEM, e mantê-la ou repeti-la, se clinicamente

necessário.

Em caso de suspeita de reação imunológica e/ou alérgica grave, pode ser

necessário prolongar a administração de colestiramina ou carvão ativado para

se obter a eliminação rápida e suficiente do A771726 (ver item GRAVIDEZ).

Sistema Hepático

Visto que o metabólito ativo da leflunomida, A771726, apresenta alta taxa de

ligação às proteínas plasmáticas e é eliminado do organismo através de

metabolismo hepático e secreção biliar, e devido ao possível risco de

hepatotoxicidade, leflunomida deve ser utilizada com cautela em pacientes com

função hepática prejudicada. O uso de leflunomida é desaconselhado em

pacientes com insuficiência hepática significativa ou com doença hepática préexistente.

Deve-se monitorizar o nível de TGP antes do início do tratamento e no mínimo

em intervalos mensais durante os seis primeiros meses de tratamento, e

posteriormente, em intervalos de 6 ? 8 semanas.

Recomendações para ajuste posológico ou interrupção do tratamento segundo

o grau de gravidade e persistência da elevação de TGP estão descritas abaixo:

Para elevações confirmadas dos níveis de TGP entre 2 a 3 vezes o limite

superior da normalidade (LSN), a dose de Arava pode ser reduzida a critério

médico, possibilitando a continuação da administração de leflunomida, desde

que sob monitorização rigorosa.

Se as elevações dos níveis de TGP entre 2-3 vezes o LSN persistirem ou caso

se confirmem elevações de TGP acima de 3 vezes o LSN, deve-se interromper o

uso da leflunomida. Deve ser administrada colestiramina ou carvão ativado

para reduzir mais rapidamente os níveis de A771726.

Durante o tratamento com leflunomida foram relatados raros casos de dano

hepático grave, em casos isolados com conseqüência fatal. A maioria dos

casos ocorreu durante os seis primeiros meses de tratamento. Embora não

tenha sido estabelecida uma relação causal com a leflunomida e múltiplos

fatores geradores de dúvida estivessem presentes na maioria dos casos,

considera-se essencial que as recomendações de monitorização sejam

rigorosamente seguidas.

(continua na bula original)

Uso na gravidez de Arava

Arava é contra-indicado em mulheres grávidas ou que possam vir a

engravidar. Caso seja utilizado durante a gravidez, ou se a paciente vier a

engravidar durante o tratamento, a mesma deve ser informada sobre os riscos

potenciais para o feto.

Lactação

Estudos com animais indicam que a leflunomida e seus metabólitos são

excretados no leite materno, não sendo conhecido, entretanto, se a sua

excreção ocorre ou não em humanos. Não é recomendado, portanto, que

lactantes amamentem seus filhos durante o tratamento com Arava. A

decisão de se iniciar o tratamento ou de se amamentar deve ser baseada na

importância do medicamento para a mãe.

Interações medicamentosas de Arava

Pode ocorrer aumento das reações adversas quando do uso recente ou

concomitante de Arava e substâncias hepatotóxicas (incluindo álcool),

hematotóxicas ou imunossupressoras. Este fato também deve ser considerado

quando o tratamento com leflunomida é seguido da administração de tais

substâncias sem que se observe o período adequado de eliminação do mesmo.

A interação de leflunomida (10 ou 20 mg por dia) e metotrexato (10 a 25 mg por

semana) foi estudada em um grupo de 30 pacientes com artrite reumatóide.

Observou-se elevação de 2 a 3 vezes nas enzimas hepáticas em 5 dos 30 pacientes.

Estas elevações normalizaram-se em 2 pacientes mantendo-se a administração dos

dois fármacos e em 3 pacientes com a interrupção da leflunomida. Observou-se

elevação de mais de 3 vezes nas enzimas hepáticas em outros 5 pacientes. Estes

pacientes também voltaram ao estado normal, dois dos quais com a continuação da

administração dos dois fármacos e três dos quais após a interrupção da leflunomida.

Portanto, embora não seja necessário um período de aguardo, é recomendada a

monitoração cuidadosa das enzimas hepáticas durante a fase inicial da substituição

de leflunomida para metotrexato.

Não foi observada interação farmacocinética entre a leflunomida (10 a 20 mg por dia)

e metotrexato (10 a 25 mg por semana).

As enzimas envolvidas no metabolismo da leflunomida e de seus metabólitos não

são exatamente conhecidas. Um estudo de interação in vivo com cimetidina

(inibidor inespecífico do citocromo P450) não demonstrou interação significativa.

A administração concomitante de dose única de leflunomida em indivíduos

recebendo doses múltiplas de rifampicina (indutor inespecífico do citocromo P450)

aumentou os picos plasmáticos de A771726 em aproximadamente 40%, enquanto

que a AUC (área sob a curva) não foi significativamente alterada. O mecanismo

deste efeito não é claro. Deve-se considerar o potencial de aumento dos níveis

plasmáticos de leflunomida após administrações múltiplas em pacientes recebendo

concomitantemente leflunomida e rifampicina.

(continua na bula original)

Reações adversas / Efeitos colaterais de Arava

- Sistemas Gastrintestinal e Fígado:

– 1 a 10% dos pacientes podem apresentar diarréia, náusea, vômitos, anorexia, alterações da mucosa oral (por exemplo: estomatite aftosa, ulcerações na boca), dor abdominal, elevação dos parâmetros laboratoriais hepáticos (por exemplo: transaminases, menos freqüentemente gama-GT, fosfatase alcalina, bilirrubina);

– raramente, em 0,01 – 0,1% dos pacientes pode ocorrer: hepatite, icterícia/colestase;

– muito raramente (em ? 0,01% dos pacientes) pode ocorrer dano hepático grave, como insuficiência hepática e necrose hepática aguda, que pode ser fatal. Pode ocorrer também pancreatite.

? Sistema Cardiovascular:

– 1 a 10% dos pacientes podem apresentar elevação da pressão sangüínea.

? Sistema Hematológico e Linfático:

– 1 a 10% dos pacientes podem apresentar leucopenia com contagem de leucócitos > 2 x 109/L (>2 G/L);

– 0,1 a 1,0% dos pacientes podem apresentar anemia, trombocitopenia com contagem de plaquetas <100 x 109/L (<100 G/L);

– Raramente (0,01-01% dos pacientes) podem apresentar leucopenia com contagem de leucócitos < 2 x 109/L (<2 G/L) e eosinofilia ou pancitopenia;

- O uso recente, concomitante ou consecutivo de agentes potencialmente mielotóxicos pode estar associado ao maior risco de efeitos hematológicos;

- Muito raramente (em ? 0,01% dos pacientes), pode ocorrer vasculite, porém devido à doença subjacente, vasculite não pôde ser relacionada à utilização de leflunomida.

? Sistema Nervoso:

- 1 a 10% dos pacientes podem apresentar cefaléia, vertigem e parestesia;

- 0,1 a 1% dos pacientes podem apresentar distúrbios do paladar e ansiedade;

- Muito raramente (em ? 0,01% dos pacientes), pode ocorrer neuropatia periférica.

? Reações alérgicas, pele e anexos:

- 1 a 10% dos pacientes podem apresentar reações alérgicas leves (incluindo exantema-maculopapular e outros), prurido, eczema, pele ressecada, aumento da perda de cabelo;

- 0,1 a 1% dos pacientes podem apresentar urticária;

- Muito raramente (em ? 0,01% dos pacientes) podem ocorrer reações anafiláticas/anafilactóides graves, síndrome de Stevens-Johnson (eritema multiforme grave) e necrólise epidérmica tóxica.

Nos casos relatados não foi possível estabelecer uma relação causal com o tratamento com leflunomida, entretanto esta hipótese não pode ser excluída.

? Infecção:

- Muito raramente (em ? 0,01% dos pacientes) pode ocorrer infecção severa e sepsis, que pode ser fatal.

A maioria dos casos relatados foi confundida por tratamento imunossupressor concomitante e/ou doença co-mórbida, em adição à artrite reumatóide, que pode predispor os pacientes à infecção.

Medicamentos como leflunomida que apresentam potencial imunossupressor podem levar os pacientes a serem mais susceptíveis à infecções, incluindo infecções oportunistas.

Em estudos clínicos, a incidência de rinite e bronquite (5% vs. 2%) e pneumonia (3% vs. 0%) foi levemente aumentada em pacientes tratados com leflunomida, comparativamente ao placebo, enquanto que a incidência geral de infecções foi comparável entre os dois grupos.

? Doenças do mediastino, torácica e respiratória:

- Raramente (em 0,01 - 0,1% dos pacientes) pode ocorrer doença intersticial pulmonar (incluindo pneumonite intersticial), que pode ser fatal.

? Outras reações:

- 1 a 10% dos pacientes podem apresentar perda de peso e astenia;

- 0,1 a 1% dos pacientes podem apresentar hipopotassemia;

- Pode ocorrer hiperlipidemia leve. As concentrações de ácido úrico geralmente diminuem, devido ao efeito uricosúrico.

Outras observações laboratoriais encontradas cuja relevância clínica não foi estabelecida, foram: pequenos aumentos das taxas de LDH e creatina quinase e pequenas reduções no fosfato.

Foram reportados alguns casos de tendossinovites e ruptura de tendão como efeitos adversos sob o tratamento com leflunomida; no entanto, não foi possível estabelecer uma relação causal entre o fármaco e os casos citados.

Pequena diminuição na concentração de espermatozóides, contagem total de espermatozóides e na motilidade progressiva rápida, todas reversíveis, não podem ser excluídas.

O risco de malignidade, particularmente desordens linfoproliferativas, também é conhecido por estar aumentado com o uso de alguns fármacos imunossupressores.

Arava – Posologia

O tratamento com Arava deve ser iniciado e acompanhado por médicos com

experiência no tratamento de artrite reumatóide.

Para recomendações de monitorização, verificar item PRECAUÇÕES E

ADVERTÊNCIAS.

O tratamento com Arava para artrite reumatóide é iniciado com uma dose de

ataque de 100 mg uma vez/dia, durante 3 dias. A dose de manutenção recomendada

é de 20 mg de Arava uma vez/dia. Se a dose de 20 mg não for clinicamente

tolerada, a dose pode ser reduzida a critério médico.

O tratamento com Arava para artrite psoriática é iniciado também com uma dose

de ataque de 100 mg uma vez/dia, durante 3 dias. A dose de manutenção é de 20

mg de Arava uma vez/dia.

O resultado do tratamento pode ser evidenciado após 4 semanas e pode melhorar de

4 a 6 meses após o seu início. O tratamento com Arava é geralmente de longa

duração.

Arava deve ser ingerido inteiro, com quantidade suficiente de líquido.

Arava não é recomendado para o uso em crianças e adolescentes com idade

inferior a 18 anos, uma vez que a segurança e eficácia nestes grupos ainda não

foram estabelecidas.

Não é necessário ajuste de dose em pacientes acima de 65 anos de idade.

Superdosagem

Sintomas:

Foram relatados casos de superdosagem crônica em pacientes sob tratamento com

Arava, com doses diárias 5 vezes superiores à dose diária recomendada e relatos

de superdosagem aguda em adultos e crianças. Não houve efeitos adversos

relatados na maioria dos casos de superdosagem. Os efeitos adversos foram

consistentes com o perfil de segurança para Arava. As reações adversas mais

freqüentes foram diarréia, dor abdominal, leucopenia, anemia e elevação nos testes

de função hepática.

Procedimento em caso de superdosagem:

Caso ocorra superdosagem ou toxicidade relevante, recomenda-se a administração

de colestiramina ou carvão ativado para acelerar a eliminação da leflunomida. A

administração de colestiramina por via oral, na dose de 8 g, três vezes ao dia,

durante 24 horas a três voluntários sadios, diminuiu os níveis plasmáticos do

metabólito ativo (A771726) em aproximadamente 40% nas primeiras 24 horas e em

49% a 65% após 48 horas. A administração de carvão ativado (em suspensão) por

via oral ou através de uma sonda nasogástrica (50 g a cada 6 horas durante 24

horas) demonstrou reduzir as concentrações plasmáticas do metabólito ativo em 37%

após 24 horas e em 48% após 48 horas.

Estes procedimentos de eliminação podem ser repetidos caso seja clinicamente

necessário.

Estudos, tanto com hemodiálise quanto com CAPD (diálise peritoneal contínua)

indicaram que A771726, o metabólito primário de leflunomida, não é dialisável.

Dependência: não é conhecido o potencial de leflunomida para causar dependência.

Arava – Informações

A leflunomida é um agente anti-reumático com propriedades antiproliferativas. A

leflunomida demonstrou melhorar os sinais e sintomas e reduzir o progresso da

destruição das articulações na artrite reumatóide ativa. Nos estudos realizados, a

maioria dos pacientes estava utilizando concomitantemente AINEs ou baixas doses

de corticosteróides.

Em modelos animais, a leflunomida demonstrou ser efetiva em artrites, outras doenças

autoimunes e transplantes. A leflunomida possui características imunomoduladoras/

imunossupressoras, age como agente antiproliferativo e apresenta propriedades

antiinflamatórias.

In vivo, a leflunomida é rapidamente e quase completamente metabolizada em seu

metabólito ativo (A771726), que é ativo in vitro e se presume ser o responsável por

toda a ação farmacológica do Arava.

Em modelos animais de doenças autoimunes, a leflunomida apresentou os melhores

efeitos protetores quando administrada logo no início da doença. Em modelos

animais de rejeição a orgãos transplantados e doença crônica enxerto versus

hospedeiro, a leflunomida prolongou o tempo de rejeição ou até mesmo reverteu

reações de rejeição já instaladas. Além disso, a leflunomida demonstrou atividades

antiinflamatórias, ainda que com atividades analgésica e antipirética fracas ou

ausentes. Em um modelo experimental de septicemia, a leflunomida não alterou a

resistência de ratos a infecção por bactérias patogênicas.

O A771726, metabólito ativo da leflunomida, reduz a progressão das células-alvo

atuando em diferentes fases do ciclo celular.

In vitro, após a estimulação da mitose, o metabólito ativo A771726 inibe a

proliferação de células T e a síntese de DNA. O metabólito ativo inibe também a

proliferação estimulada por mitose de células mononucleadas de sangue periférico

humano e a proliferação de linhagens de células humanas e murinas de forma dosedependente.

Esta atividade antiproliferativa é revertida pela adição de uridina na cultura celular,

indicando que o A771726 age na biosíntese de pirimidina. Estudos de ligação

utilizando substâncias radiomarcadas, demonstraram que o metabólito ativo se liga e

inibe a enzima humana diidroorotato desidrogenase.

Em conjunto, estes dados sugerem que in vivo, as concentrações plasmáticas

alcançáveis em pacientes recebendo a leflunomida podem inibir a síntese de novo

de pirimidina em linfócitos e outras células com alta velocidade de divisão.

(continua na bula original)

Bula Arcalion

Laboratório

Servier

Apresentação de Arcalion

cx. c/ 20 e 60 drágeas de 200 mg.

Arcalion – Indicações

Astenia em todas as suas manifestações: físicas, psíquicas, intelectuais e sexuais; Reabilitação de pacientes coronarianos.

Contra-indicações de Arcalion

Hipersensibilidade à sulbutiamina

Arcalion – Posologia

2 drágeas ao café da manhã

Arcalion – Informações

A lipofilia de Arcalion facilita a passagem da barreira hematencefálica, fixando-se eletivamente ao nível de três estruturas centrais reguladoras: do comportamento relacional e afetivo (sistema límbico); da coordenação da motricidade (células de Purkinje do cerebelo); da vigilância e tônus (formação reticulada). Este neurotropismo específico de Arcalion explica a sua polivalência sobre a expressão neuronal da astenia, melhorando a memória e a eficiência intelectual; aumentando a resistência ao esforço físico e reduzindo a ansiedade e a depressão

Bula Arcolan

Laboratório

Galderma

Referência

Cetoconazol Creme ou Pomada

Apresentação de Arcolan

bisn. c/ 30 g de creme.

Shampoo c/ 100 ml.

Contra-indicações de Arcolan

Hipersensibilidade conhecida ao cetoconazol ou aos outros componentes da fórmula.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Arcolan

Arcolan shampoo é geralmente bem tolerado. Se ocorrerem reações tais como ardência, coceira ou vermelhidão / irritação, interrompa o uso do produto e consulte o seu médico.

Arcolan – Posologia

Aplique o shampoo nas áreas afetadas da pele ou cabelos, deixando-o agir por 3 a 5 minutos antes de enxaguar.

Tratamento de:

Pitiríase versicolor : uma aplicação ao dia, durante 5 dias

Dermatite seborréica / caspa: uma aplicação, duas vezes por semana, por 2 a 4 semanas

Profilaxia de pitiríase versicolor: 1 aplicação ao dia, durante 3 dias consecutivos antes do verão. Dermatite seborréica / caspa: 1 aplicação a cada 1 ou 2 semanas.

Bula Arduan

Laboratório

Meizler

Referência

Pipecurônio

Apresentação de Arduan

4 mg – caixas c/ 1 ou 5 fr.-ampola + diluente de 2 mL

Bula Aredia

Laboratório

Novartis

Apresentação de Aredia

Infusão intravenosa: fr.-ampola (liof.): 15 mg, 30mg, 60mg ou 90mg. Cada ampola de diluente contém 5 ou 10 ml de água

estéril para injeção.

Aredia – Indicações

Tratamento de condições associadas ao aumento da atividade osteoclástica: metástases ósseas predominantemente líticas e mieloma múltiplo; hipercalcemia induzida por tumor; doença óssea de Paget.Hipersensibilidade conhecida a Aredia ou a outros bisfosfonatos.

Contra-indicações de Aredia

Hipersensibilidade conhecida a Aredia ou a outros bisfosfonatos.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Aredia

As reações adversas de Aredia geralmente são leves e transitórias. As reações adversas

mais comuns são hipocalcemia assintomática e febre (um aumento na temperatura corporal

de 1°C a 2°C), que ocorrem tipicamente nas primeiras 48 horas após a infusão. A febre

geralmente desaparece espontaneamente e não requer tratamento. A hipocalcemia

sintomática é rara.

Estimativas de freqüência: freqüente > 10%, ocasional entre > 1% e 10%, rara entre >

0,001% e 1%, casos isolados < 0,001%.

Organismo de modo geral

Freqüentes: febre e sintomas semelhantes aos da gripe, algumas vezes acompanhados de

mal-estar, calafrios, fadiga e rubor.

Reações locais

Ocasionais: reações no local da infusão (dor, vermelhidão, edema, endurecimento, flebite e

tromboflebite).

Sistema musculoesquelético

Ocasionais: dor óssea transitória, artralgia, mialgia e dor generalizada. Rara: câimbra

muscular.

Trato gastrintestinal

Ocasionais: náuseas e vômitos. Raras: anorexia, dores abdominais, diarréia, constipação e

dispepsia. Casos isolados: gastrite.

Sistema nervoso central (SNC)

Ocasionais: cefaléia. Raras: hipocalcemia sintomática (parestesia, tetania ), agitação,

confusão, tontura, insônia, sonolência e letargia. Casos isolados: alucinações visuais e

convulsão.

Sangue

Ocasionais: linfocitopenia. Raras: anemia e leucopenia. Casos isolados: trombocitopenia.

Sistema cardiovascular

Raras: hipotensão e hipertensão. Casos isolados: insuficiência ventricular esquerda

(dispnéia, edema pulmonar), insuficiência cardíaca congestiva (edema) causada por

sobrecarga hídrica.

Sistema renal

Casos isolados: hematúria, insuficiência renal aguda e deterioração de doença renal

preexistente.

Pele

Raras: rash (erupção) cutâneo e prurido.

Órgãos dos sentidos

Casos isolados: conjuntivite, uveíte (irite, iridociclite), esclerite, epiesclerite e xantopsia.

Outros

Raras: reações alérgicas, entre elas reações anafilactóides, broncoespasmo/dispnéia, edema

de Quincke (angioneurótico). Muito raros: choque anafilático. Casos isolados: reativação de

herpes simples e herpes zóster.

Alterações bioquímicas

Freqüentes: hipocalcemia e hipofosfatemia. Ocasionais: hipomagnesemia. Raras:

hiperpotassemia, hipopotassemia e hipernatremia. Casos isolados: testes de função hepática

anormais, aumento da creatinina e da uréia sérica.

Muitas dessas reações adversas podem estar relacionadas à doença de base.

Aredia – Posologia

Instruções para uso e manuseio: O liofilizado nos frascos deve ser primeiramente dissolvido c/ água estéril para injeção, ou seja, 15 mg devem ser completamente dissolvidos c/ 5 ml de água, e as dosagens de 30, 60 e 90 mg c/ 10 ml de água. A água estéril para injeção é fornecida juntamente c/ os frascos de liofilizado. O pH da solução reconstituída é de 6,0 a 7,4. É importante que o pó (liofilizado) seja completamente dissolvido antes que a solução reconstituída seja retirada para diluição. Aredia reconstituído c/ água para injeção é estável por até 24 horas, se mantido à temperatura de 8°C. A solução de infusão preparada a partir da diluição do liofilizado c/ um dos diluentes recomendados deve ser utilizada em 24 horas, contadas a partir do início da diluição do produto, quando armazenado à temperatura ambiente. Descartar a porção não utilizada do produto. A solução reconstituída deve ser diluída em solução de infusão livre de cálcio (por exemplo, cloreto de sódio a 0,9% ou glicose a 5%) antes da administração. Aredia nunca deve ser administrado em bolus (ver Advertências); após o preparo, deve ser infundido vagarosamente. A taxa de infusão não deve exceder a 60 mg/h (1 mg/min) e a concentração de Aredia na solução de infusão não deve exceder a 90 mg/250 ml. Uma dose de 90 mg deve normalmente ser administrada em infusão de 2 horas, em 250 ml de solução de infusão. Entretanto, em pacientes c/ mieloma múltiplo e em pacientes c/ hipercalcemia induzida por tumor, recomenda-se não exceder 90 mg em 500 ml por 4 horas. De modo a minimizar reações no local da infusão, a cânula deve ser inserida cuidadosamente em uma veia relativamente grande. Adultos e idosos: Metástases ósseas predominantemente líticas e mieloma múltiplo: A dose recomendada de Aredia para o tratam. de metástases ósseas predominantemente líticas e mieloma múltiplo é de 90 mg, administrados em infusão única a cada 4 semanas. Em pacientes c/ metástases ósseas que recebem quimioterapia a intervalos de 3 semanas, Aredia 90 mg também pode ser administrado a cada 3 semanas.

Hipercalcemia induzida por tumor: Recomenda-se que os pacientes sejam reidratados c/ solução salina normal, antes ou durante o tratam.. A dose total de Aredia a ser utilizada para um período de tratam. depende dos níveis iniciais de cálcio sérico do paciente. As diretrizes a seguir são derivadas de dados clínicos de valores de cálcio não-corrigidos. Entretanto, doses dentro das variações fornecidas também são aplicáveis para valores de cálcio corrigidos por proteína sérica ou albumina em pacientes reidratados.

A dose total de Aredia pode ser administrada tanto em infusão única como em infusões múltiplas, durante 2 a 4 dias consecutivos. A dose máxima para cada tratam. é de 90 mg, tanto para o tratam. inicial como para os tratamentos subseqüentes. Uma diminuição significativa no cálcio sérico é geralmente observada em 24 a 48 horas após a administração de Aredia, e a normalização é geralmente atingida dentro de 3 a 7 dias. Se a normocalcemia não for atingida dentro desse período, uma dose adicional pode ser administrada. A duração da resposta pode variar de paciente para paciente, e o tratam. pode ser repetido sempre que houver recorrência da hipercalcemia. A experiência clínica até o momento sugere que Aredia pode se tornar menos eficaz à medida que o número de tratamentos aumenta. Doença óssea de Paget: A dose de Aredia total recomendada para um período de tratam. é de 180 a 210 mg. Isto pode ser obtido administrando-se 6 doses unitárias de 30 mg, uma vez por semana (dose total 180 mg), ou administrando-se 3 doses unitárias de 60 mg a cada duas semanas. Se a dose unitária utilizada for de 60 mg, recomenda-se iniciar o tratam. c/ uma dose inicial de 30 mg (dose total 210 mg). O esquema, omitindo-se a dose inicial, pode ser repetido após 6 meses, até a remissão, e quando houver recidiva da doença. Insuficiência renal: Os estudos farmacocinéticos indicam não ser necessário o ajuste de dose em pacientes c/ qualquer grau de insuficiência renal. Entretanto, até que se adquira maior experiência, recomenda-se a velocidade máxima de infusão de 20 mg/h em pacientes c/ insuficiência renal. Crianças: Não há experiência clínica c/ Aredia em crianças.

Aredia – Informações

O pamidronato dissódico, substância ativa de Aredia, é um potente inibidor da reabsorção óssea mediada por osteoclastos. Liga-se fortemente aos cristais de hidroxiapatita, inibindo a formação e a dissolução desses cristais in vitro. A inibição da reabsorção óssea osteoclástica in vivo pode, ao menos em parte, ser causada pela ligação do fármaco ao mineral ósseo (matriz óssea). O pamidronato dissódico inibe o acesso de precursores osteoclásticos para o tecido ósseo e sua subseqüente transformação em osteoclastos maduros c/ atividade de reabsorção óssea. Entretanto, o efeito de anti-reabsorção local e direto do bisfosfonato ligado ao osso parece ser o mecanismo de ação predominante in vitro e in vivo. Estudos experimentais demonstraram que o pamidronato dissódico inibe a osteólise induzida por tumor, quando administrado antes ou no momento da inoculação ou do transplante c/ células tumorais. Alterações bioquímicas, que refletem o efeito inibitório de Aredia na hipercalcemia induzida por tumor são caracterizadas por diminuição do cálcio e do fosfato sérico e, secundariamente, por diminuição da excreção urinária de cálcio, fosfato e hidroxiprolina. A hipercalcemia pode conduzir à depleção do líquido extracelular e à redução na taxa de filtração glomerular (TFG). Pelo controle da hipercalcemia, Aredia melhora a TFG e diminui os níveis elevados de creatinina sérica na maioria dos pacientes. Estudos clínicos em pacientes c/ metástases ósseas predominantemente líticas ou mieloma múltiplo demonstraram que Aredia previne ou retarda eventos relacionados aos ossos (hipercalcemia, fraturas, radioterapia, cirurgia óssea e compressão medular) e reduz a dor óssea. Quando utilizado em combinação c/ tratam. anticâncer padrão, Aredia leva ao retardo na progressão das metástases ósseas. Adicionalmente, metástases ósseas osteolíticas que se demonstraram refratárias à terapia citotóxica e hormonal podem apresentar evidências radiológicas de estabilização da doença ou esclerose. A doença óssea de Paget, que é caracterizada por áreas localizadas de reabsorção e formação óssea aumentadas c/ alteração qualitativa na remodelação óssea, tem boa resposta ao tratam. c/ Aredia. A remissão clínica e bioquímica da doença foi demonstrada por cintilografia óssea, redução na hidroxiprolina urinária e fosfatase alcalina sérica e por melhoria sintomática.

Bula Arelix

Laboratório

Sanofi

Apresentação de Arelix

emb. c/ 20 cáps. de 6 mg.

Arelix – Indicações

É indicado para o tratam. de hipertensão arterial leve a moderada. Na hipertensão grave, Arelix pode ser combinado c/ fármacos anti-hipertensivos não-diuréticos. Também é indicado para promover a excreção de acúmulos anormais de líquidos, visíveis ou inaparentes, aliviar o trabalho do coração em pacientes c/ insuficiência cardíaca e edemas conseqüentes a doenças hepáticas ou renais.

Contra-indicações de Arelix

Hipersensibilidade à piretanida ou aos derivados sulfonamídicos. Arelix não deve ser usado em insuficiência renal c/ anúria, hipopotassemia ou hiponatremia graves, hipovolemia c/ ou sem redução concomitante da pressão arterial, insuficiência hepática associada c/ alterações do estado de consciência.

Advertências

Arelix não deve ser administrado a crianças, pois não há experiência suficiente em

seu uso pediátrico.

Como em todos os pacientes sob terapia salurética, deve-se monitorar o potássio sérico,

a glicemia e a uricemia.

O controle metabólico em diabéticos pode, ocasionalmente, ser prejudicado.

Uso na gravidez de Arelix

Arelix não deve ser usado durante o primeiro trimestre de gravidez. Ainda não há

dados suficientes para determinar a segurança do seu uso nos últimos estágios da

gestação.

Estudos animais mostraram que a piretanida passa para o leite materno. Sendo assim,

Arelix não deve ser administrado a lactantes.

Atenção diabéticos: contém açúcar (119 mg de sacarose/cápsula).

Interações medicamentosas de Arelix

A experiência com outros diuréticos de mecanismo de ação similar sugere que algumas

interações devem ser consideradas:

Pode ocorrer potencialização dos efeitos nefrotóxicos e ototóxicos de alguns antibióticos.

Durante tratamento simultâneo com digitálicos, deve ser lembrado que a deficiência de

potássio e magnésio aumenta a sensibilidade do miocárdio aos digitálicos, podendo ocorrer,

como resultado, arritmias cardíacas.

Quando Arelix for administrado simultaneamente com hormônios que afetem o equilíbrio

eletrolítico (corticosteróides), laxantes ou carbenoxolonas, ou nos casos onde o alcaçuz (erva

medicinal) é freqüentemente consumido, a capacidade desses fármacos provocarem

hipopotassemia deve ser considerada.

O efeito anti-hipertensivo de outros medicamentos pode ser aumentado. A administração

concomitante de um inibidor da ECA pode levar a uma redução da pressão arterial (algumas

vezes progredindo para choque) e/ou comprometimento da função renal (algumas vezes

progredindo para insuficiência renal), especialmente em pacientes que desenvolvem

deficiência de sal e líquidos após terapia diurética.

Em pacientes diabéticos, pode ser necessário um aumento da dose do hipoglicemiante.

O efeito dos salicilatos e relaxantes musculares tipo curare pode ser potencializado, enquanto

que o das aminas vasopressoras (ex.: adrenalina, noradrenalina) pode ser atenuado.

A excreção do lítio por via renal pode ser reduzida, o que pode acarretar aumento dos seus

efeitos cardiotóxicos e neurotóxicos.

Os antiinflamatórios não-esteróides (indometacina, ácido acetilsalicílico) podem atenuar o

efeito diurético da piretanida e até causar insuficiência renal em caso de hipovolemia préexistente.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Arelix

Distúrbios gastrintestinais como náusea, vômito, distúrbios digestivos e diarréia

ocorrem em casos raros.

Podem ocorrer reações adversas devido à depleção de água e eletrólitos, especialmente

após tratamento prolongado com doses altas, o que exigirá a correção do equilíbrio

hidroeletrolítico. A perda excessiva de líquido (principalmente decorrente de altas doses)

pode levar à perda de água corpórea (desidratação) e redução do volume sangüíneo

circulante (hipovolemia). Como resultado, pode ocorrer uma pressão sangüínea reduzida

(hipotensão), distúrbios circulatórios quando da posição ereta (distúrbio ortostático de

regulação), bem como secura da boca, cefaléia e outras desordens circulatórias tais

como tontura e alteração visual, especialmente em pessoas idosas. Se a perda de

líquidos causar um aumento na concentração sangüínea (hemoconcentração) pode

ocorrer trombofilia, especialmente em pacientes idosos. Fraqueza muscular generalizada

e câimbras nas pernas são sinais precoces de desequilíbrio eletrolítico.

Quando usado na posologia recomendada, Arelix tem pouco ou nenhum efeito no

balanço de potássio. Entretanto, pode ocorrer depleção de potássio, especialmente

quando a ingestão concomitante de potássio na dieta alimentar é insuficiente ou após

vômitos ou diarréia, bem como quando do uso freqüente de laxantes. Além disso, a

deficiência de potássio decorrente de outras condições como, por exemplo, doenças

hepáticas, do córtex adrenal ou do trato gastrintestinal, pode ser potencializada.

Pode ocorrer depleção de sódio especialmente se a restrição da ingestão de sal for

muito rigorosa. Neste caso, ela pode se manifestar como, por exemplo, câimbras

musculares, perda do apetite, sensação de fraqueza, sonolência, apatia, confusão mental

e vômito.

Arelix pode causar um aumento da excreção de cálcio e magnésio, mas isto,

normalmente, não tem significância clínica. Nos casos onde outros fatores potencializam

essa ação e a depender da dose, uma deficiência clinicamente relevante de cálcio ou

magnésio sangüíneos (hipocalcemia, hipomagnesemia) pode ocorrer. Isto pode se manifestar, por exemplo, na forma de irritabilidade neuromuscular aumentada, tetania e

arritmias cardíacas.

A tolerância à glicose pode ser reduzida em pacientes tratados com Arelix. Em

pacientes diabéticos, isto pode levar à deterioração da condição metabólica; a diabete

que não era previamente evidente (diabetes mellitus latente) pode tornar-se manifesta.

Os níveis séricos de uréia e creatinina podem se elevar durante o tratamento com

Arelix .

A concentração de ácido úrico sangüíneo pode elevar-se durante terapia com Arelix.

Isto pode levar à crise de gota especialmente em pacientes com níveis já elevados de

ácido úrico.

Em todos os pacientes que recebem terapia salurética, os níveis sangüíneos de

potássio, glicose e ácido úrico devem ser acompanhados.

A alcalose metabólica pré-existente (como em pacientes com cirrose hepática

descompensada) pode agravar-se durante tratamento com Arelix.

Durante tratamento com Arelix, pode ocorrer uma sensibilidade aumentada da pele à

luz. Reações alérgicas como, por exemplo, edema e erupções cutâneas tais como

urticária, exantemas e enantemas maculopapulares e eritema multiforme podem ser

vistos em casos raros.

Trombocitopenia, que pode tornar-se manifesta como uma tendência aumentada à

hemorragia ou uma redução no número de células sangüíneas brancas têm sido

observado em casos isolados.

Processos inflamatórios de vasos sangüíneos (vasculites) têm sido observados durante

tratamento com outros diuréticos de alça.

Impotência pode ocorrer em casos raros como resultado da redução da pressão arterial.

Em pacientes com distúrbios na micção ou hipertrofia prostática, os sintomas de

obstrução do fluxo urinário podem ser agravados ou tornar-se manifestos pela primeira

vez.

Em casos isolados, a capacidade de dirigir, atravessar a rua com segurança ou operar

máquinas pode ser prejudicada, especialmente no início do tratamento, quando se está

substituindo outro medicamento anti-hipertensivo ou ainda quando são consumidas

bebidas alcoólicas durante o tratamento com a piretanida.

Arelix – Posologia

A menos que prescrito de modo diferente, as doses recomendadas são: Hipertensão: Nos casos de hipertensão leve a moderada, o tratam. deve ser iniciado c/ 1 a 2 cápsulas por dia. Em função do efeito diurético, a segunda cápsula não deve ser tomada à noite. Para o tratam. de manutenção, a administração diária de uma cápsula de Arelix é geralmente suficiente. Edema: A dose inicial é geralmente uma cápsula por dia. Doses adicionais dependerão da resposta do paciente e da avaliação clínica. A duração do tratam. é determinada pelo médico. As cápsulas devem ser ingeridas inteiras sem mastigar, após o café da manhã ou outra refeição. Durante o tratam. c/ Arelix, os pacientes devem ser orientados para consumir uma dieta rica em potássio e restringir a ingestão de sal a quantidades moderadas.

Superdosagem

Até o presente momento, não foi relatado nenhum sintoma decorrente de superdosagem,

entretanto caso isso ocorra deve ser realizada lavagem gástrica. O paciente deve permanecer

em observação e, se necessário, devem ser implementadas medidas de suporte respiratório e

cardiovascular.

Arelix – Informações

Arelix (piretanida) tem propriedades anti-hipertensiva e diurética. Contém como substância ativa a piretanida numa formulação de liberação lenta. Após uma leve ação inicial, o efeito diurético persiste por um longo período.

Á parte de ser devida ao seu efeito diurético, a ação anti-hipertensiva da piretanida é atribuída à normalização do desequilíbrio eletrolítico celular e, principalmente, à redução na atividade do cálcio livre nas células da musculatura arterial que está elevada em pacientes com hipertensão arterial essencial.

Por esta razão, sabe-se que a contratilidade aumentada ou responsividade dos vasos sangüíneos às aminas endógenas pressoras (ex.: catecolaminas) é reduzida. A diminuição na pressão arterial elevada paralela à atividade do cálcio intracelular (medida nos eritrócitos) após a administração da piretanida dá suporte a tal teoria.

A piretanida também causa um aumento na capacidade venosa mediado pela prostaglandina e independente da diurese, assim tendo o efeito adicional de reduzir o trabalho cardíaco.

A utilização de uma cápsula diariamente possibilita a diminuição da pressão arterial que se inicia lenta e suavemente durante 1 a 2 semanas; o efeito anti-hipertensivo dura cerca de 24 horas, mantendo deste modo, a pressão arterial controlada.

A pronunciada diurese que freqüentemente ocorre nos dias iniciais ao tratamento durante as primeiras horas após a ingestão da cápsula diminui com o decorrer do tratamento.

Bula Ares

Laboratório

União Química

Referência

Ipratrópio

Apresentação de Ares

sol. para inalação: fr. c/ 20ml.

Contra-indicações de Ares

O uso do Brometo de Ipratrópio é contra-indicado em pacientes com história de hipersensibilidade aos componentes da fórmula ou à substâncias atropínicas.

Ares – Posologia

Solução para inalação:

Adulto: 0,250-0,500mg (25-50 gotas ou 1-2ml), a cada 4 a 6 horas.

Crianças menores de 5 anos: a posologia deve ser adaptada à critério médico, sendo que os estudos realizados demonstraram ser a dose adequada de 0,050-0,125 (5 a 13 gotas ou 0,2 a 0,5ml), a cada 4-6 horas.

A solução para inalação deve ser administrada via inalatória por nebulização da solução. Se necessário, diluí-la em 3-5ml de solução salina (cloreto de sódio a 0,9%), utilizando-se oxigênio ou ar comprimido. Ares pode ser combinado com um beta-2-agonista, como o fenoterol, na inalação para tratamento da crise aguda do broncoespasmo.

Bula Arflex

Laboratório

Diffucap

Apresentação de Arflex

retard 200mg cx 6 ou 12 cap retard

Bula Argirol

Laboratório

Allergan

Apresentação de Argirol

Colírio a 10% c/ 5 ml

Argirol – Indicações

Como coadjuvante na profilaxia da otftalmia dos recém-nascidos. Tratamento alternativo das conjuntivites.

Argirol – Posologia

Instilar 1 gota no saco conjuntival, 3 a 4 vezes por dia, ou a critério médico.

Argirol – Informações

Argirol contém Vitelinato de prata a 10% na forma de colírio estéril para uso tópico oftálmico.

É um derivado proteínico de ação antibacteriana, que contém baixa concentração de íons prata livres, sendo, por isso, menos irritante para os tecidos oculares.

Bula Aricilina

Laboratório

Ariston

Apresentação de Aricilina

Embalagens contendo 50 frascos-ampola de 5.000.000UI