Bula Apresolina

Laboratório

Novartis

Apresentação de Apresolina

cx. c/ 20 drágeas de 25 ou 50 mg.

Apresolina – Indicações

Hipertensão: Como farmacoterapia suplementar associada a outros anti-hipertensivos, tais como betabloqueadores e diuréticos. A complementação dos mecanismos de ação de tais terapias combinadas permite aos fármacos exercerem seu efeito anti-hipertensivo em doses baixas. Além disso, os efeitos indesejáveis das substâncias isoladas são também parcial ou totalmente compensados. Insuficiência cardíaca congestiva crônica: Como farmacoterapia suplementar em pacientes que não respondem adequadamente à terapia convencional (c/ digitálicos ou outros agentes inotrópicos positivos e/ou diuréticos); em combinação c/ nitratos de ação prolongada, por exemplo na cardiomiopatia congestiva devido à hipertensão, doença cardíaca isquêmica, ou sobrecarga de volume (lesão valvar regurgitante e anormalidades dos septos atrial e ventricular).

Contra-indicações de Apresolina

Hipersensibilidade conhecida à hidralazina ou diidralazina. Lúpus eritematoso sistêmico idiopático e doenças correlatas. Taquicardia grave e insuficiência cardíaca c/ alto débito cardíaco (por exemplo na tireotoxicose). Insuficiência do miocárdio devido à obstrução mecânica (por exemplo na estenose aórtica ou mitral e na pericardite constritiva). Insuficiência cardíaca isolada do ventrículo direito devido à hipertensão pulmonar (cor pulmonale). Aneurisma dissecante da aorta.

Apresolina – Posologia

Hipertensão: A posologia deverá sempre ser ajustada individualmente e as seguintes recomendações deverão ser adotadas: o tratam. deverá ser iniciado c/ doses baixas de Apresolina, que, dependendo da resposta do paciente, deverão ser aumentadas gradualmente para se obter um efeito terapêutico ideal e evitar a ocorrência de efeitos indesejáveis, tanto quanto possível. Apresolina deve ser administrada duas vezes ao dia. A dose inicial de 25 mg, 2 vezes ao dia, é geralmente suficiente. Esta dose poderá ser aumentada conforme as exigências e dentro de uma variação posológica eficaz de manutenção de 50 a 200 mg diários. Contudo, a dose não deverá exceder 100 mg por dia sem a determinação da capacidade acetiladora do paciente (ver Advertências e Precauções). Insuficiência cardíaca congestiva crônica: As doses variam muito entre os pacientes e, geralmente, são mais elevadas do que aquelas utilizadas para o tratam. da hipertensão. Após uma titulação progressiva, a dose média eficaz de manutenção é de 50 a 75 mg a cada 6 horas ou 100 mg em 2 a 3 vezes ao dia.

Apresolina – Informações

Grupo farmacoterapêutico: Vasodilatador periférico. A hidralazina exerce seu efeito vasodilatador periférico através de uma ação relaxante direta sobre a musculatura lisa dos vasos de resistência, predominantemente nas arteríolas. O mecanismo de ação celular responsável por este efeito não é totalmente conhecido. Na hipertensão, este efeito resulta numa redução da pressão arterial (mais a diastólica do que a sistólica) e num aumento da freqüência cardíaca, volume de ejeção e débito cardíaco. A dilatação preferencial das arteríolas atenua a hipotensão postural e promove um aumento do débito cardíaco. A vasodilatação periférica é difusa mas não uniforme. O fluxo sangüíneo renal, cerebral, coronariano e esplâncnico aumentam, a não ser que a queda da pressão arterial seja muito acentuada. A resistência vascular nos leitos cutâneos e muscular não é afetada de maneira considerável. Uma vez que a hidralazina não apresenta propriedades cardiodepressoras ou simpatolíticas, os mecanismos regulatórios reflexos produzem um aumento no volume de ejeção e da freqüência cardíaca. A taquicardia reflexa induzida, que pode ocorrer como um efeito paralelo, pode ser controlada pelo tratam. concomitante c/ betabloqueador ou qualquer substância que iniba a função simpática. O uso da hidralazina pode ocasionar retenção de líquidos e sódio, produzindo edema e reduzindo o volume urinário. Estes efeitos indesejáveis podem ser prevenidos c/ a administração concomitante de um diurético. Na insuficiência cardíaca congestiva crônica, a hidralazina através de sua ação primária como um dilatador arteriolar, reduz a pós-carga. Isto leva à diminuição do trabalho realizado pelo ventrículo esquerdo, acompanhada de um aumento do volume de ejeção, do fluxo sangüíneo renal e do débito cardíaco, c/ manutenção ou apenas ligeira queda da pressão sangüínea.

Bula Aprovel

Laboratório

Sanofi

Apresentação de Aprovel

cart. c/ 14 e 28 compr. de Aprovel c/ 150 mg de irbesartana ou c/ 300 mg de irbesartana.

Aprovel – Indicações

Aprovel é indicado para o tratamento da hipertensão. Pode ser usado isoladamente ou

em associação com outros agentes anti-hipertensivos (ex.: diuréticos tiazídicos, agentes

bloqueadores beta-adrenérgicos e agentes bloqueadores dos canais de cálcio de longa

duração).

Aprovel (irbesartana) é indicado para o tratamento da doença renal em pacientes com

hipertensão e diabetes tipo 2.

Nessa população, Aprovel reduz a taxa de progressão da nefropatia conforme medida

pela ocorrência da duplicação de creatinina sérica e doença renal em estágio final

(necessidade de diálise ou transplante renal).

Contra-indicações de Aprovel

Aprovel é contra-indicado em pacientes que são hipersensíveis à irbesartana ou a

qualquer outro componente da formulação do produto.

Advertências

Hipotensão – Pacientes Volume Depletados

Aprovel foi raramente associado com hipotensão em pacientes hipertensos sem

outras condições co-mórbidas. Pode ocorrer hipotensão sintomática, assim como

com os inibidores da ECA, em pacientes com depleção de volume/sódio, como por

exemplo, em pacientes tratados vigorosamente com diuréticos e/ou restrição de sal

ou submetidos à hemodiálise. A depleção de volume e/ou sódio deve ser corrigida

antes de se iniciar a terapia com irbesartana, ou o uso de uma dose inicial inferior

deve ser considerada.

Morbidade e Mortalidade Fetal/Neonatal

Embora não haja experiência com o uso de Aprovel por mulheres grávidas, a

exposição in utero aos inibidores da ECA durante o segundo e o terceiro trimestres

de gravidez foi associada com danos e morte fetal.

Então, como para qualquer fármaco que age diretamente no sistema reninaangiotensina-

aldosterona, Aprovel não deve ser usado durante a gravidez.

Se for detectada gravidez durante a terapia, Aprovel deverá ser descontinuado

assim que possível.

PRECAUÇÕES

Gerais

Como conseqüência da inibição do sistema renina-angiotensina-aldosterona, podem

ocorrer alterações da função renal em indivíduos predispostos. O uso de medicamentos que afetam esse sistema em pacientes cuja função renal depende da

atividade do sistema renina-angiotensina-aldosterona (p. ex., pacientes com

insuficiência cardíaca congestiva grave ou estenose unilateral ou bilateral da artéria

renal), foi associado à oligúria e/ou azotemia progressiva e, raramente, à insuficiência

renal aguda e/ou morte. A possibilidade da ocorrência de um efeito similar com o uso

de um antagonista dos receptores da angiotensina II, incluindo a irbesartana, não

pode ser excluída.

Em pacientes hipertensos e diabéticos tipo 2 com proteinúria (>= 900 mg/dia),

população a qual tem um alto risco de estenose da artéria renal, nenhum paciente

tratado com Aprovel no IDNT (Estudo com irbesartana na Nefropatia Diabética),

apresentou uma elevação aguda precoce da creatinina sérica atribuída à artéria renal.

(Ver Farmacologia Clínica: Hipertensão de doença renal diabética tipo 2).

Uso na gravidez de Aprovel

Quando for diagnosticada gravidez, Aprovel deverá ser descontinuado tão logo

quanto possível. (ver Advertências: morbidade e mortalidade fetal/neonatal).

Amamentação

Não se determinou se a irbesartana ou seus metabólitos são excretados no leite

humano, porém sabe-se que a irbesartana é excretada no leite de ratas lactantes.

Deve-se avaliar a descontinuação da amamentação ou do tratamento, levando-se em

conta a importância de Aprovel no tratamento da mãe e o risco potencial para o

lactente.

Interações medicamentosas de Aprovel

Com base em estudos in vitro, não se espera que ocorram interações com fármacos cujo

metabolismo é dependente das isoenzimas CYP1A1, CYP1A2, CYP2A6, CYP2B6, CYP2D6,

CYP2E1 ou CYP3A4 do citocromo P450. A irbesartana é primariamente metabolizada pelo

citocromo CYP2C9, no entanto, durante estudos clínicos de interação medicamentosa, não

se observaram interações farmacodinâmicas significativas quando a irbesartana é coadministrada

com a varfarina (fármaco metabolizado pelo citocromo CYP2C9).

A irbesartana não afeta a farmacocinética da digoxina ou da sinvastatina. Os parâmetros

farmacocinéticos da irbesartana não são afetados pela co-administração com a nifedipina ou

a hidroclorotiazida.

Com base na experiência com a utilização de outros fármacos que afetam o sistema reninaangiotensina,

o uso concomitante de diuréticos poupadores de potássio, suplementos de

potássio ou substitutos do sal contendo potássio podem levar a aumentos do potássio

sérico.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Aprovel

A segurança de Aprovel foi avaliada em aproximadamente 5.000 pacientes em

estudos clínicos, incluindo 1.300 pacientes hipertensos tratados durante mais de 6

meses, e mais de 400 pacientes tratados durante 1 ano ou mais. Eventos adversos em

pacientes recebendo Aprovel foram geralmente leves e transitórios e não

relacionados à dose. A incidência de eventos adversos não é relacionada à idade,

sexo ou raça.

Em estudos clínicos controlados por placebo, incluindo 1.965 pacientes tratados com

a irbesartana (duração média do tratamento de 1 a 3 meses), descontinuações

provocadas por eventos adversos clínicos ou laboratoriais ocorreram em 3,3% dos

pacientes tratados com a irbesartana e em 4,5% dos pacientes tratados com o placebo

(p=0,029).

Os eventos adversos clínicos de relação provável, possível ou incerta com a terapia,

que ocorreram em pelo menos 1% dos pacientes tratados com a irbesartana ou com o

placebo nos estudos clínicos controlados, são mostrados na tabela abaixo.

(continua na bula original)

Aprovel – Posologia

A dose inicial de Aprovel é de 150 mg uma vez ao dia. Pacientes que necessitam de

redução adicional da pressão arterial deverão ter a dose titulada para 300 mg uma vez por

dia. Caso a pressão arterial não seja adequadamente controlada com Aprovel

isoladamente, pode-se adicionar um diurético (ex.: hidroclorotiazida 12,5 mg por dia) ou

outro fármaco anti-hipertensivo (ex.: agente bloqueador beta-adrenérgico ou agente

bloqueador do canal de cálcio de longa duração).

Em pacientes com hipertensão e doença renal diabética tipo 2, 300 mg de Aprovel uma

vez ao dia é a dose de manutenção preferida.

Aprovel pode ser administrado com ou sem a presença de alimentos.

Pacientes com Depleção Intravascular de Volume

Em pacientes com hiponatremia ou hipovolemia graves (por exemplo, pacientes tratados

vigorosamente com diuréticos ou submetidos à hemodiálise), esta condição deve ser

corrigida antes da administração de Aprovel, ou deve-se considerar uma dose inicial mais

baixa. Se a pressão arterial não for adequadamente controlada, a dose poderá ser

aumentada.

Pacientes Idosos e Pacientes com Insuficiência Renal ou Hepática

Não é necessário ajuste de dose em pacientes idosos ou com insuficiência hepática leve a

moderada ou renal (independentemente do grau de disfunção).

Superdosagem

Doses diárias de até 900 mg/dia durante 8 semanas não revelaram toxicidade em adultos.

Não há informação específica disponível para o tratamento da superdose com Aprovel. O

paciente deve ser intensamente monitorizado, e o tratamento deve ser sintomático e de

suporte.

As medidas sugeridas incluem indução da emese e/ou lavagem gástrica. A irbesartana não

é removida do organismo por hemodiálise.

Aprovel – Informações

Aprovel é um antagonista dos receptores da angiotensina II (subtipo AT1 ).

A irbesartana bloqueia os efeitos de vasoconstrição e secreção de aldosterona produzidos pela angiotensina II, através da ligação seletiva aos receptores AT1 da angiotensina II.

Bula Aprozide

Laboratório

Sanofi

Apresentação de Aprozide

cart. c/ 14 e 28 compr. de Aprozide c/ 150 mg de irbesartana e 12,5 mg de hidroclorotiazida, ou c/ 300 mg de irbesartana e 12,5 mg de hidroclorotiazida.

Aprozide – Indicações

Aprozide é indicado para o tratamento da hipertensão. Pode ser usado isoladamente ou em associação com outros medicamentos anti-hipertensivos (por exemplo, bloqueadores beta-adrenérgicos, bloqueadores dos canais de cálcio de ação prolongada).

Contra-indicações de Aprozide

Aprozide é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade à irbesartana,

a derivados sulfonamídicos (por exemplo, diuréticos tiazídicos) ou a qualquer

outro componente da fórmula. Geralmente as reações de hipersensibilidade

ocorrem em pacientes com história de alergia ou asma brônquica. Aprozide é

contra-indicado em pacientes com anúria.

Advertências

Pacientes com depleção de sódio e/ou volume sangüíneo:

Aprozide raramente tem sido associado à ocorrência de hipotensão em

pacientes sem outros fatores de risco para essa condição. Entretanto, deve ser

prevista a possibilidade de hipotensão sintomática em pacientes com depleção

de sódio e/ou volume, e por isso tais condições devem ser corrigidas antes de

iniciar o tratamento com Aprozide. Diuréticos tiazídicos podem potencializar a

ação de outros medicamentos anti-hipertensivos.

Morbidade e mortalidade fetal/neonatal

Embora não haja experiência com o uso de Aprozide em mulheres grávidas, foi

relatado que a administração de inibidores da ECA a mulheres no segundo e

terceiro trimestres da gravidez pode provocar lesões no feto ou morte fetal.

Portanto, considerando que Aprozide também atua diretamente no sistema

renina-angiotensina, ele não deve ser utilizado durante a gravidez. Caso seja

detectada gravidez durante o tratamento, Aprozide deve ser interrompido logo

que possível.

Os diuréticos tiazídicos atravessam a barreira placentária e passam ao sangue

umbilical. O uso rotineiro de diuréticos em grávidas sadias não é recomendado e

expõe a mãe e concepto a riscos desnecessários, inclusive icterícia fetal ou

neonatal, trombocitopenia e possivelmente outras reações adversas que têm

ocorrido em adultos.

Precauções

Gerais

Como conseqüência da inibição do sistema renina-angiotensina-aldosterona,

alterações na função renal durante o tratamento com Aprozide, podem ser

precipitadas em pacientes susceptíveis. Em pacientes cuja função renal

depende da atividade do sistema renina-angiotensina-aldosterona (pacientes

hipertensos com estenose de artéria renal em um ou ambos os rins, ou pacientes com insuficiência cardíaca congestiva grave), o tratamento com

outros fármacos que afetam este sistema tem sido associado com oligúria e/ou

azotemia progressiva é raramente, com insuficiência renal aguda e/ou óbito. A

possibilidade da ocorrência de um efeito similar com o uso de um antagonista

do receptor de angiotensina II não pode ser excluída. Os efeitos antihipertensivos

dos diuréticos tiazídicos podem estar aumentados em pacientes

submetidos à simpatectomia.

Comprometimento da função hepática e renal

Aprozide não é recomendável em pacientes com insuficiência renal acentuada

(depuração de creatinina =30 ml/min e está contra-indicado em casos de anúria).

Azotemia associada à hidroclorotiazida pode ser precipitada em pacientes com

insuficiência renal.

Aprozide deve ser utilizado com cautela em pacientes com insuficiência

hepática ou doença hepática progressiva, pois pequenas alterações no balanço

hidroeletrolítico podem precipitar coma hepático.

Uso na gravidez de Aprozide

Aprozide não deve ser administrado a mulheres grávidas, e o seu uso deve ser

suspenso, logo que possível, quando for diagnosticada gravidez na vigência do

tratamento (ver Advertências).

Ainda não está determinado se a irbesartana ou seus metabólitos são

excretados no leite humano, mas sabe-se que a irbesartana passa ao leite de

ratas lactantes. A hidroclorotiazida é excretada no leite humano. Considerando o

risco potencial para a criança, deve-se avaliar a descontinuação da

amamentação ou do tratamento, levando-se em conta a importância do

Aprozide no tratamento da mãe.

Interações medicamentosas de Aprozide

Os estudos in vitro não indicam a possibilidade de interações entre a irbesartana

e substâncias cujo metabolismo depende das isoenzimas CYP1A1, CYP1A2,

CYP2A6, CYP2B6, CYP2D6, CYP2E1 e CYP3A4, do sistema citocromo P450. A

irbesartana é metabolizada primariamente pelo CYP2C9, mas estudos clínicos

específicos não demonstraram interações farmacodinâmicas ou

farmacocinéticas significativas com o uso concomitante de irbesartana e

warfarina, um fármaco sabidamente metabolizado pelo CYP2C9.

A irbesartana não afeta a farmacocinética da digoxina ou da sinvastatina. A

nifedipina ou a hidroclorotiazida não alteram as características farmacocinéticas

da irbesartana.

Com base na experiência de uso de outros medicamentos que agem no sistema

renina-angiotensina, pode-se esperar que a irbesartana leve a um aumento do

potássio sérico, quando administrada concomitantemente com diuréticos

poupadores de potássio, suplementos de potássio ou substitutos salinos

contendo potássio. O uso em combinação com hidroclorotiazida pode reduzir a

freqüência desse efeito.

Diuréticos tiazídicos podem ser potencializados por álcool, barbitúricos e

narcóticos, com possibilidade de surgir hipotensão ortostática.

Os tiazídicos podem aumentar a glicemia e, portanto, será necessário ajustar a

dose de antidiabéticos orais e insulina, em pacientes diabéticos.

A hidroclorotiazida pode elevar o nível sangüíneo de ácido úrico, tornando

necessário o ajuste posológico de eventual medicação antigotosa.

A hipocalemia induzida por diuréticos pode acentuar arritmias cardíacas, com a

conseqüente necessidade de ajuste na dose de medicamentos antiarrítmicos

tais como glicosídeos cardíacos, sotalol etc. Os diuréticos tiazídicos podem

reduzir a excreção de cálcio, com conseqüente aumento da calcemia. A

posologia de eventuais compostos de cálcio deve ser ajustada, de acordo com a

monitorização dos níveis sangüíneos de cálcio.

A colestiramina e o colestipol podem retardar ou diminuir a absorção da

hidroclorotiazida. Aprozide deve ser administrado pelo menos 1 hora antes ou

4 horas após esses medicamentos.

Os diuréticos reduzem a depuração renal de lítio e podem aumentar o risco de

toxicidade desse elemento. Administração concomitante de Aprozide e sais de

lítio deve ser feita com cautela, com monitorização freqüente dos níveis séricos

de lítio.

( continua na bula original)

Reações adversas / Efeitos colaterais de Aprozide

A associação de irbesartana e hidroclorotiazida foi avaliada quanto à sua

segurança e tolerabilidade em cerca de 2.750 pessoas em estudos clínicos,

incluindo 1.540 hipertensos tratados por mais de 6 meses e cerca de 960

tratados por 1 ano ou mais. Os eventos adversos em pacientes tratados com

Aprozide foram geralmente discretos e transitórios, sem relação com a dose. A

incidência não foi relacionada à idade, sexo ou raça.

Descontinuação do tratamento devido a qualquer evento adverso clínico ou

laboratorial ocorreu em 3,6% nos pacientes tratados com a associação e em

6,8% naqueles que receberam placebo (p=0,023), em estudos controlados

envolvendo 898 pacientes tratados com o Aprozide, com duração usual de 2 a

3 meses.

Reações adversas (eventos adversos provável ou possivelmente relacionados

ao tratamento, ou com relação incerta) que ocorreram em pelo menos 1% dos

pacientes tratados em estudos controlados estão listados na tabela a seguir:

(coninua na bula original)

Aprozide – Posologia

Aprozide 300 mg (300 mg de irbesartana e 12,5 mg de hidroclorotiazida) pode ser

administrado em dose única diária a pacientes cuja pressão arterial não é

adequadamente controlada por monoterapia com 300mg de irbesartana. A

administração pode ser feita concomitante ou não com alimentos.

Aprozide 150 mg (150 mg de irbesartana e 12,5 mg de hidroclorotiazida) pode ser

administrado a pacientes que não estiverem respondendo adequadamente ao uso

isolado de hidroclorotiazida ou de 150 mg de irbesartana. Os pacientes que não se

beneficiarem com Aprozide 150 mg podem passar ao Aprozide 300 mg. Doses

maiores que 300 mg de irbesartana/25 mg de hidroclorotiazida não são

recomendadas. Caso a pressão arterial não seja adequadamente controlada com

Aprozide, pode-se associar outro medicamento anti-hipertensivo (p.ex. bloqueador

beta-adrenérgico, bloqueador do canal de cálcio com ação prolongada).

Pacientes com depleção de volume intravascular: em pacientes com depleção

acentuada de volume e/ou sódio, tais como aqueles tratados com doses altas de

diuréticos, deve-se corrigir essas condições antes de administrar o Aprozide.

Pacientes idosos e pacientes com comprometimento renal ou hepático: geralmente

não é necessária redução da posologia em idosos ou em pacientes com disfunção

renal leve a moderada (depuração de creatinina > 30 ml/min).

Entretanto, considerando a presença de hidroclorotiazida, não se recomenda o uso de

Aprozide em pacientes com insuficiência renal grave (depuração de creatinina =

30ml/min). Habitualmente não há necessidade de reduzir a dose em caso de

comprometimento hepático leve ou moderado. Contudo, devido à presença de

hidroclorotiazida, recomenda-se cautela no uso de Aprozide em pacientes com

insuficiência hepática grave (Ver Precauções).

Geralmente não é necessária a redução da posologia em pacientes com insuficiência

hepática moderada. Devido à hidroclorotiazida, Aprozide deve ser utilizado com

precaução em pacientes com insuficiência hepática severa. (ver itens Precauções –

Comprometimento da função hepática e renal).

Superdosagem

A exposição de indivíduos adultos a doses de até 900 mg diários de irbesartana por 8

semanas não causou toxicidade. Não há dados disponíveis sobre o tratamento de eventual superdosagem de Aprozide. O paciente deve ser mantido sob observação

cuidadosa, instituindo-se tratamento sintomático e de suporte, inclusive reposição de

fluidos e eletrólitos. Sugere-se êmese induzida e/ou lavagem gástrica. A irbesartana

não é removida do organismo por hemodiálise.

Os sinais e sintomas mais comuns observados em adultos expostos à

hidroclorotiazida são devidos à depleção de eletrólitos (hipocalemia, hipocloremia,

hiponatremia) e à desidratação provocadas pela diurese excessiva. A hipocalemia

pode acentuar arritmias cardíacas quando houver administração concomitante de

glicosídeos cardíacos (p.ex. digoxina) ou de outros antiarrítmicos (p.ex. sotalol). Não

se conhece o grau de eliminação da hidroclorotiazida pela hemodiálise.

Aprozide – Informações

A irbesartana é um antagonista específico não-competitivo dos receptores da

angiotensina II (subtipo AT1). A angiotensina II é um componente importante do

sistema renina-angiotensina, estando envolvida na fisiopatologia da hipertensão e na

homeostase do sódio. A irbesartana não necessita de ativação metabólica para

exercer sua atividade.

A irbesartana bloqueia os potentes efeitos de vasoconstrição e de secreção de

aldosterona produzidos pela angiotensina II, graças à sua ação de antagonismo

específico nos receptores da angiotensina II (subtipo AT1), localizados nas células da

musculatura lisa vascular e na córtex supra-renal. A irbesartana não tem efeito

agonista nos receptores AT1, e possui muito mais afinidade (superior a 8500 vezes)

para os receptores AT1, do que para os receptores AT2 (que não parecem estar

associados à homeostasia cardiovascular). A irbesartana não inibe as enzimas

envolvidas no sistema renina-angiotensina (renina, enzima conversora da angiotensina

ou ECA), nem afeta outros receptores hormonais ou canais de íons que participam da

regulação da pressão sangüínea e da homeostase do sódio. O bloqueio dos

receptores AT1 pela irbesartana interrompe o mecanismo da retroalimentação do

sistema renina-angiotensina, porém o conseqüente aumento dos níveis plasmáticos de

renina e de angiotensina II não consegue neutralizar o efeito da irbesartana na

redução da pressão arterial. A concentração plasmática de aldosterona diminui após administração da irbesartana, mas os níveis séricos de potássio não sofrem alteração

significativa (aumento médio < 0,1 mEg/L), na posologia recomendada. A irbesartana

não tem efeito significativo sobre as concentrações séricas de triglicerídios, colesterol

ou glicose, e não altera os níveis séricos nem a excreção urinária de ácido úrico.

A hidroclorotiazida é um composto do grupo das benzotiazidinas (tiazídico), com

efeitos diuréticos, natriurético e anti-hipertensivo. O mecanismo do efeito antihipertensivo

dos diuréticos tiazídicos ainda não está completamente esclarecido. As

tiazidas afetam o mecanismo de reabsorção de eletrólitos pelos túbulos renais,

aumentando a excreção de sódio e cloreto em quantidades aproximadamente

equivalentes. A natriurese provoca uma perda secundária de potássio e bicarbonato.

A hidroclorotiazida aumenta a atividade da renina plasmática e a secreção de

aldosterona, e reduz o nível sérico de potássio. A perda de potássio associada ao uso

de diuréticos tiazídicos pode ser neutralizada pela co-administração de um antagonista

do receptor da angiotensina II.

Bula Aracytin

Laboratório

Pharmacia

Apresentação de Aracytin

Aracytin CS 100 mg: cart. c/ 5 fr.-amp. c/ 100 mg/5 ml de sol. inj. (20 mg/ml).
Aracytin CS 500 mg: cart. c/ 1 fr.-amp. c/ 500 mg/25 ml de sol. inj. (20 mg/ml).
Aracytin CS 1 g: cart. c/ 1 fr.-amp. 1 g/10 ml de sol. inj. (100 mg/ml).

Aracytin – Indicações

Aracytin CS (citarabina) tem sua indicação principal na indução e manutenção da remissão de leucemias agudas não-linfocíticas em adultos e crianças. É também útil no tratamento de leucemia linfocítica aguda e leucemia mielocítica crônica (fase blástica), Aracytin CS (citarabina) pode ser utilizado sozinho ou em combinação com outros agentes antineoplásicos; freqüentemente, os melhores resultados são obtidos na terapia combinada.

Contra-indicações de Aracytin

Aracytin CS (citarabina) é contra-indicado em pacientes hipersensíveis à citarabina.
Pacientes com supressão da medula óssea induzida por medicamentos não deverão receber citarabina, a menos que o médico julgue o tratamento vital para o paciente (ver Advertências-).
ADVERTÊNCIAS:
O uso da citarabina por via intratecal pode causar toxicidade sistêmica, recomendando-se um cuidadoso monitoramento do sistema hematopoiético. Pode ser necessária a alteração da outra terapia anti-leucêmica. Raramente ocorre toxicidade importante. As reações adversas mais freqüentemente relatadas após administração intratecal foram náuseas, vômitos e febre; estas reações foram leves e auto-limitantes. Relatou-se paraplegia. Ocorreu leucoencefalopatia necrosante em 5 crianças; estes pacientes haviam sido tratados também com hidrocortisona e metotrexato intratecal, bem como por radiação do sistema nervoso central. Relatou-se neurotoxicidade isolada. Ocorreu cegueira em dois pacientes em remissão cujo tratamento incluiu uma combinação de quimioterapia sistêmica, radiação profilática do sistema nervoso central e uso de citarabina por via intratecal. Para uso por via intratecal, Aracytin CS (citaratina) não deve ser diluído com soluções contendo conservantes. Quando Aracytin CS (citarabina) é administrado por vias intratecal e intravenosa num período de poucos dias, existe risco aumentado de toxicidade espinal; entretanto, quando existe doença associada a risco de vida, o médico assistente deve, a seu critério, decidir sobre o uso concomitante de Aracytin CS
(citarabina) por vias intratecal e intravenosa.
O envolvimento leucêmico focal do sistema nervoso central pode não responder à citarabina por via intratecal, podendo ser melhor tratado com radioterapia.
Aracytin CS (citarabina) deve ser utilizado apenas sob a supervisão de médicos experientes em quimioterapia antineoplásica. Na terapia de indução, devem estar à disposição do paciente e da equipe médica recursos laboratoriais e de suporte adequados para monitorar a tolerabilidade à droga, proteger e manter pacientes comprometidos pela toxicidade da medicação. O principal
efeito tóxico da citarabina é supressão da medula óssea, com leucopenia, trombocitopenia e anemia. A toxicidade menos grave inclui náuseas, vômitos, diarréia e dor abdominal, ulceração oral e disfunção hepática. Para avaliar a adequação da terapia com Aracytin CS (citarabina), o médico deve considerar os possíveis benefícios ao paciente em relação aos conhecidos efeitos
tóxicos da citarabina. Antes de decidir quanto à terapia ou iniciar o tratamento, o médico deve se familiarizar com as informações seguintes:
Aracytin CS (citarabina) é um potente supressor da medula óssea. A terapia deve ser
iniciada com cautela em pacientes com supressão da medula óssea iatrogenicamente induzida préexistente.
Pacientes que receberem esta droga deverão estar sob rigorosa supervisão médica e,
durante a terapia de indução, a contagem de leucócitos e plaquetas deverá ser feita diariamente.
Devem ser realizados freqüentemente exames da medula óssea após o desaparecimento dos
blastos da circulação periférica. Deverão estar à disposição do paciente os recursos para o
tratamento de eventuais complicações, possivelmente fatais, advindas da supressão da medula
óssea (infecção resultante da granulocitopenia e outras defesas orgânicas prejudicadas, bem como
hemorragia devido à trombocitopenia). Relatou-se um caso de anafilaxia que resultou em parada
cardiopulmonar aguda e exigiu ressuscitação. Este fato ocorreu imediatamente após a
administração intravenosa de Aracytin CS (citarabina).
Após terapia com altas doses de citarabina (2-3g/m2) relatou-se toxicidade pulmonar,
gastrintestinal e do sistema nervoso central, grave, diferente daquela observada com os regimes
terapêuticos convencionais de citarabina, e por vezes fatal (ver Reações Adversas-). Dois
pacientes tratados com doses convencionais de Aracytin CS (citarabina) e daunomicina
desenvolveram dor abdominal (peritonite) e colite guaiaco-positiva. Os dois pacientes mostraram
neutropenia e trombocitopenia e estavam recebendo diversas outras drogas; ambos responderam a
medidas terapêuticas não-cirúrgicas. Dois pacientes com leucemia infantil mielogênica aguda que
receberam Aracytin CS (citarabina) nas doses convencionais por vias intratecal e
intravenosa, além de diversas outras drogas concomitantemente, desenvolveram paralisia
ascendente progressiva tardia, ocorrendo morte de um desses pacientes.
continua…

Advertências

Aracytin® (citarabina) deve ser utilizado apenas sob a supervisão de médicos
experientes em quimioterapia antineoplásica.
Na terapia de indução, devem estar à disposição do paciente e da equipe médica
recursos laboratoriais e de suporte adequados para monitorar a tolerabilidade ao
fármaco, proteger e manter pacientes comprometidos pela toxicidade da medicação. O
principal efeito tóxico da citarabina é supressão da medula óssea, com leucopenia,
trombocitopenia e anemia. A toxicidade menos grave inclui náuseas, vômitos, diarréia
e dor abdominal, ulceração oral e disfunção hepática.
Para avaliar a adequação da terapia com Aracytin®, o médico deve considerar os
possíveis benefícios ao paciente em relação aos conhecidos efeitos tóxicos da
citarabina. Antes de decidir quanto à terapia ou iniciar o tratamento, o médico deve se
familiarizar com as informações seguintes:
Aracytin® é um potente supressor da medula óssea. A terapia deve ser iniciada com
cautela em pacientes com supressão da medula óssea preexistente induzida por
fármacos. Pacientes que receberem este fármaco deverão estar sob rigorosa
supervisão médica e, durante a terapia de indução, a contagem de leucócitos e
plaquetas deverá ser feita diariamente. Devem ser realizados, freqüentemente,
exames da medula óssea após o desaparecimento dos blastos da circulação
periférica. Deverão estar à disposição do paciente os recursos para o tratamento de
eventuais complicações, possivelmente fatais, advindas da supressão da medula
óssea (infecção resultante da granulocitopenia e outras defesas orgânicas
prejudicadas, bem como hemorragia devido à trombocitopenia). Relatou-se um caso
de anafilaxia que resultou em parada cardiopulmonar aguda e exigiu ressuscitação.
Esse fato ocorreu imediatamente após a administração intravenosa de Aracytin®.
Após terapia com altas doses de citarabina (2-3 g/m2) relatou-se toxicidade pulmonar,
gastrintestinal e do sistema nervoso central, grave, diferente daquela observada com
os regimes terapêuticos convencionais de citarabina, e por vezes fatal (vide Reações
Adversas). Essas reações incluem toxicidade reversível de córnea e conjuntivite
hemorrágica, que podem ser evitadas ou diminuídas através da administração
profilática de colírio de corticosteróide; disfunção cerebral e cerebelar, geralmente
reversível, incluindo alterações de personalidade, sonolência e coma; ulceração
gastrintestinal grave, incluindo pneumatose cistóide intestinal levando à peritonite,
sepse e abscesso hepático; edema pulmonar; lesão hepática com hiperbilirrubinemia;
necrose de alças intestinais e colite necrosante. Dois pacientes tratados com doses
convencionais de Aracytin® e daunomicina desenvolveram dor abdominal (peritonite)
e colite guáiaco-positiva. Os dois pacientes mostraram neutropenia e trombocitopenia
e estavam recebendo diversos outros fármacos; ambos responderam a medidas
terapêuticas não-cirúrgicas. Dois pacientes com leucemia infantil mielogênica aguda
que receberam Aracytin® nas doses convencionais por vias intratecal e intravenosa,
além de diversos outros fármacos concomitantemente, desenvolveram paralisia
ascendente progressiva tardia, ocorrendo morte de um desses pacientes.
Raramente, rash cutâneo grave levando à descamação foi relatado. Alopecia total é
mais comumente observada com terapia de altas doses do que com esquemas
convencionais de tratamento com Aracytin®.
O diluente que acompanha Aracytin® 100 mg contém álcool benzílico. Não utilizar o
diluente com álcool benzílico em terapias com altas doses. O álcool benzílico tem sido
associado à síndrome de gasping em prematuros.
Se empregado por via intratecal, Aracytin® 100 mg não deve ser diluído com o
diluente que acompanha a embalagem e nem com outros contendo conservantes. A
reconstituição com cloreto de sódio a 0,9% sem conservantes é muito empregada,
devendo a solução ser utilizada imediatamente, com descarte imediato do excedente.
Casos de cardiomiopatia com morte subseqüente foram relatados após terapia
experimental com altas doses de citarabina em combinação com ciclofosfamida, na
preparação para transplante de medula óssea. Isso pode ser dependente do esquema
posológico.
Foi observada uma síndrome de angústia respiratória súbita, que progrediu
rapidamente à edema pulmonar com cardiomegalia pronunciada radiologicamente
após terapia experimental com altas doses de citarabina empregada no tratamento da
recaída de leucemia em 16 pacientes de um total de 72 tratados em uma instituição.
Em um dos casos essa síndrome foi fatal.
Pacientes recebendo Aracytin® devem ser cuidadosamente monitorados. São
essenciais a contagem freqüente de plaquetas e leucócitos e a avaliação da medula
óssea. Deve-se considerar a suspensão ou modificação do tratamento se a depressão
da medula óssea induzida por fármaco resultar em valores plaquetários inferiores a
50.000, ou se a contagem dos granulócitos polimorfonucleares chegar a níveis
inferiores a 1.000/mm3. As contagens de elementos figurados do sangue podem
continuar diminuindo após a suspensão do fármaco e alcançar valores mais baixos
após períodos de 12 a 24 dias da interrupção do tratamento. Se for indicado, reiniciar
a terapia quando aparecerem sinais definitivos de recuperação medular (evidenciados
por avaliações sucessivas da medula óssea). Pacientes cuja medicação é suspensa
até a obtenção de valores sangüíneos periféricos normais podem fugir do controle.
Quando o fármaco é administrado rapidamente em altas doses por via intravenosa, os
pacientes freqüentemente sentem náuseas e podem vomitar por várias horas após a
injeção. Esse problema tende a ser menos grave quando o fármaco é administrado por
infusão.
O fígado humano, aparentemente, metaboliza parte substancial da dose administrada.
Especialmente pacientes com função renal ou hepática prejudicada podem apresentar
uma probabilidade mais alta de toxicidade do sistema nervoso central após tratamento
com altas doses. Aracytin® deve ser utilizado com cautela e, se possível, em doses
reduzidas, nos pacientes com função hepática ou renal prejudicada.
Devem-se realizar avaliações periódicas das funções medular, hepática e renal em
pacientes sob tratamento com o produto.
Como outros fármacos citotóxicos, a citarabina pode induzir hiperuricemia secundária
à rápida lise de células neoplásicas. O clínico deve monitorar os níveis sangüíneos de
ácido úrico em seu paciente e estar alerta para o uso das medidas de suporte e
farmacológicas necessárias para contornar o problema.
Foi relatada pancreatite aguda em pacientes tratados com Aracytin® em combinação
com outros fármacos.
Uso em Crianças
As advertências e precauções para as crianças são as mesmas daquelas descritas
para pacientes adultos.
Carcinogenicidade, mutagênese e prejuízo à fertilidade: relatou-se que a citarabina
produziu dano cromossômico extenso, incluindo rupturas das cromátides e
transformações malignas em culturas de células de roedores.

Uso na gravidez de Aracytin

A citarabina é teratogênica em algumas espécies animais: causa desenvolvimento
cerebelar anormal em hamsters neonatos e é teratogênica ao feto de ratos. Não
existem estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Aracytin® pode
causar dano fetal quando administrado a mulheres grávidas. O uso do fármaco em
mulheres que estão grávidas ou podem engravidar deve ser realizado apenas após
serem considerados o benefício potencial e os danos potenciais tanto para mãe
quanto para o feto. Se este medicamento for utilizado durante a gravidez ou se a
paciente engravidar durante o tratamento com Aracytin®, a paciente deve ser alertada
quanto ao perigo potencial para o feto. Mulheres potencialmente férteis devem ser
orientadas para evitar a gravidez.
Uma revisão da literatura mostrou 32 casos relatados em que Aracytin® foi
administrado durante a gravidez, sozinho ou em combinação com outros agentes
citotóxicos: nasceram 18 crianças normais, sendo que quatro dessas foram expostas
no primeiro trimestre de gravidez. Cinco crianças foram prematuras ou nasceram com
baixo peso. Doze das dezoito crianças normais foram acompanhadas até idades
variando de 6 semanas a 7 anos, não mostrando qualquer anormalidade. Uma criança
aparentemente normal morreu aos 90 dias, devido à gastrenterite.
Foram relatados dois casos de anomalias congênitas, um com defeitos nos membros
distais superior e inferior e o outro com deformidades nas orelhas e nas extremidades.
Ambos os casos sofreram exposição no primeiro trimestre.
Houve 7 crianças com problemas diversos no período neonatal, incluindo
pancitopenia; depressão transitória da contagem de glóbulos brancos, hematócrito ou
plaquetas; anormalidades nos eletrólitos; eosinofilia transitória; e um caso de aumento
nos níveis de IgM e hiperpirexia, possivelmente devido à sepse. Seis das sete crianças
também eram prematuras. A criança com pancitopenia faleceu aos 21 dias devido à
sepse.
Em cinco casos foram realizados abortos terapêuticos. Quatro fetos eram
aparentemente normais, mas um deles mostrava baço aumentado e um outro mostrou
trissomia de cromossomo C no tecido coriônico.
Devido ao perigo potencial de anomalias durante a terapia citotóxica, principalmente
durante o primeiro trimestre de gravidez, a paciente que estiver grávida ou engravidar
durante o tratamento com Aracytin® deve ser orientada quanto ao risco potencial para
o feto e a conveniência da continuidade da gravidez. Existe um risco definido, embora
consideravelmente reduzido, se o tratamento é iniciado durante o segundo ou terceiro
trimestre da gravidez. Embora tenham nascido crianças normais de pacientes tratadas
com Aracytin® durante os três trimestres de gravidez, recomenda-se o
acompanhamento dessas crianças.
Uso durante a Lactação
Não é conhecido se a citarabina é excretada no leite materno. Como muitos fármacos
são excretados no leite materno e devido ao risco potencial de reações adversas
graves devido à citarabina em lactentes, deve-se decidir entre descontinuar a
amamentação ou a medicação, levando-se em conta a importância da medicação para
a mãe.

Interações medicamentosas de Aracytin

Foram observados decréscimos reversíveis nas concentrações plasmáticas no estado
de equilíbrio de digoxina e na excreção renal de glicosídeos em pacientes recebendo
beta-acetildigoxina e esquemas quimioterápicos contendo ciclofosfamida, vincristina e
prednisona com ou sem citarabina ou procarbazina. Não houve alterações aparentes
nas concentrações plasmáticas de digitoxina no estado de equilíbrio. Portanto,
recomenda-se o monitoramento dos níveis plasmáticos de digoxina em pacientes
recebendo esquemas quimioterápicos combinados similares ao acima descrito. A
utilização de digitoxina por tais pacientes pode ser uma alternativa.
Um estudo de interação in vitro entre gentamicina e citarabina mostrou um
antagonismo relacionado à citarabina quanto à susceptibilidade de cepas de K.
pneumoniae. Esse estudo sugere que, em pacientes tratados com citarabina e
recebendo gentamicina devido a uma infecção por K. pneumoniae, a ausência de uma
resposta terapêutica imediata pode indicar a necessidade de uma reavaliação do
tratamento antibacteriano.
Evidências clínicas mostraram, em um paciente, uma possível inibição da eficácia da
terapia com fluorocitosina pela citarabina, possivelmente devido à potencial inibição
competitiva de sua captação.
Vide informações adicionais em Compatibilidades e Incompatibilidades.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Aracytin

Reações esperadas:
Como a citarabina é uma supressora da medula óssea, pode ocorrer anemia, leucopenia, trombocitopenia, megaloblastose e redução de reticulócitos como resultado de sua administração.
A gravidade dessas reações depende da dose e do esquema terapêutico empregados. Pode-se esperar também a ocorrência de alterações celulares na morfologia da medula óssea e nos esfregaços de sangue periféricos.
Após infusões constantes por 5 dias ou injeções agudas de 50 mg/m2 a 600 mg/m 2 , a depressão das células brancas segue um curso bifásico. Independente da contagem inicial, nível posológico ou esquema terapêutico, existe uma queda inicial nas primeiras 24 horas, com nadir nos dias 7-9.
Segue-se uma ligeira elevação que atinge seu pico próximo ao vigésimo dia. Uma segunda e mais profunda queda atinge seu nadir nos dias 15-24. Ocorre então uma rápida elevação acima da linha de base nos 10 dias seguintes. A depressão plaquetária é notada em 5 dias, com o pico de depressão ocorrendo entre os dias 12-15. Logo após, uma rápida elevação acima da linha de base
ocorre nos 10 dias seguintes.
Complicações infecciosas:
Infecções virais, bacterianas, fúngicas, parasitárias ou saprofíticas, em qualquer local do corpo, podem estar associadas ao uso de Aracytin CS (citarabina) sozinho ou combinado com outros agentes imunossupressores após doses imunossupressoras que afetem a imunidade celular ou humoral. Estas infecções podem ser leves, mas também podem ser graves e, às vezes, fatais.
Síndrome da Citarabina:
Castleberry (1981) descreveu uma síndrome de citarabina. Esta caracteriza-se por febre, mialgia, dor óssea, ocasionalmente dor torácica, rash- maculopapular, conjuntivite e mal-estar. Geralmente ocorre 6-12 horas após a administração da droga. Os corticosteróides mostraram ser benéficos no tratamento ou prevenção dessa síndrome. Se os sintomas forem considerados
tratáveis, o uso de corticosteróides deve ser considerado, assim como a continuação da terapia com Aracytin CS (citarabina).
Reações adversas mais freqüentes:
Náuseas, anorexia, vômitos, diarréia, disfunção hepática, febre, erupções, tromboflebite, inflamação ou ulceração oral e anal. Náuseas e vômitos são mais freqüentes após a administração por injeção intravenosa rápida.
Reações adversas menos freqüentes:
Sepse, disfunção renal, dor abdominal, celulite no local da injeção, pneumonia, neurite ou neurotoxicidade, esofagite, dor torácica, dor de garganta, ulceração cutânea, retenção urinária, ulceração esofágica, pericardite, cefaléia, urticária, sardas, icterícia, conjuntivite (pode ocorrer com erupções), tonturas, alopécia, anafilaxia, edema alérgico, prurido, dispnéia (ver Advertências-).
Terapia com altas doses:
Toxicidade pulmonar, gastrintestinal e do sistema nervoso central, grave, diferente daquela observada com os regimes terapêuticos convencionais de citarabina, e por vezes fatal, foi relatada após a administração de esquemas terapêuticos com altas doses de citarabina (2-3 g/m2 ). Estas reações incluem toxicidade corneal reversível e conjuntivite hemorrágica, que podem ser evitadas
ou diminuídas pela profilaxia com o uso local de um colírio com corticosteróide; disfunção
cerebral e cerebelar, geralmente reversível, incluindo alterações da personalidade, sonolência e
coma, ulceração gastrintestinal grave, incluindo pneumatose cistóide intestinal, levando à
peritonite, sepse e abscesso hepático; edema pulmonar, dano hepático com aumento na
hiperbilirrubinemia; necrose intestinal; e colite necrosante. Dois pacientes adultos com leucemia
aguda não-linfocítica desenvolveram neuropatias periféricas motoras e sensoriais após
consolidação com altas doses de citarabina, daunorrubicina e asparaginase. Pacientes tratados
com altas doses de citarabina devem ser observados quanto a neuropatias, uma vez que podem ser
necessárias alterações do esquema terapêutico para evitar distúrbios neurológicos irreversíveis.
Dez pacientes tratados com doses experimentais intermediárias de citarabina (1 g/m2) com e sem
outros agentes quimioterápicos (meta-AMSA, daunorrubicina, VP-16) desenvolveram
pneumonite intersticial difusa, sem causa evidente, que pode ter sido relacionada à citarabina.
Raramente relatou-se rash cutâneo grave, levando a descamação. A alopécia total é mais
freqüentemente observada quando se utilizam esquemas de altas doses ao invés dos esquemas
convencionais com citarabina. Foram relatados casos de cardiomiopatia, com morte subseqüente,
após o uso de terapia experimental com altas doses de citarabina e ciclofosfamida, na preparação
para transplante de medula óssea. Esta reação pode ser dependente desse esquema terapêutico.
Reportou-se uma síndrome aguda de insuficiência respiratória rapidamente progressiva para
edema pulmonar e cardiomegalia radiograficamente pronunciada, após a administração
experimental de citarabina em altas doses, utilizada em uma instituição no tratamento de leucemia
recidivante. O efeito foi observado em 16 de 72 pacientes. Em um caso, o resultado dessa
síndrome foi fatal.

Aracytin – Posologia

Aracytin CS (citarabina) não é ativo por via oral. A posologia e o método de administração variam de acordo com o esquema terapêutico a ser utilizado. Aracytin CS (citarabina) pode ser administrado por infusão intravenosa ou por injeção por vias subcutânea ou intratecal. Em alguns pacientes ocorreu tromboflebite no local da injeção ou da infusão; raramente relatou-se
dor e inflamação nos locais da injeção subcutânea. Na maioria dos casos, a medicação tem sidobem tolerada. Os pacientes podem tolerar doses totais maiores quando recebem a droga por injeção intravenosa rápida do que quando a recebem por infusão lenta. Este fenômeno está relacionado com a rápida inativação da citarabina e com a curta exposição das células normais e neoplásicas susceptíveis a níveis significativos da droga, após injeção rápida. Células normais e neoplásicas respondem aparentemente de modo paralelo a esses diferentes modos de administração; nenhuma vantagem clínica expressiva foi demonstrada para qualquer um deles.
Têm sido curtas as remissões induzidas pela citarabina e não acompanhadas por terapia de manutenção. Na terapia de indução de leucemia aguda não-linfocítica, a dose habitual da citarabina em combinação com outros agentes quimioterápicos antineoplásicos é de 100 mg/m2 por infusão intravenosa contínua (Dias 1 – 7) ou 100 mg/m 2 IV a cada 12 horas (Dias 1 – 7).
Deve-se consultar a literatura para as recomendações atuais quanto ao uso em leucemia linfocítica aguda.
Uso por via intratecal:
A citarabina tem sido utilizada por via intratecal em leucemia aguda em doses que variam de 5
mg/m2 a 75 mg/m2 de superfície corpórea. A freqüência de administração tem variado de uma vez
ao dia por 4 dias a uma vez ao dia a cada 4 dias. A dose mais freqüentemente usada foi de 30
mg/m² a cada 4 dias até que os achados no líquido cérebro-espinal se normalizem, seguida por
tratamento adicional. O esquema terapêutico é geralmente orientado pela gravidade e tipo das
manifestações no sistema nervoso central e pela resposta à terapia prévia (Ver Advertências).

Características farmacológicas

Farmacologia
A citarabina, 4-amino-1-beta-D-arabinofuranosil-2-1H-pirimidinona, é um agente
antineoplásico citotóxico para uma grande variedade de células proliferativas de
mamíferos. A citarabina apresenta especificidade de fase celular, destruindo
inicialmente as células que realizam síntese de DNA (fase S) e, sob certas condições,
bloqueando a progressão das células da fase G1 para a fase S. Embora o mecanismo
de ação não seja completamente conhecido, a citarabina parece agir através da
inibição da DNA polimerase.
Relatou-se também uma incorporação limitada, mas significativa, da citarabina no
DNA e no RNA. A citarabina produziu dano cromossômico extenso, incluindo quebras
cromatóides e transformação maligna de células de roedores in vitro.
A deoxicitidina evita ou retarda (mas não reverte) a atividade citotóxica. Estudos em
culturas de células mostraram um efeito antiviral. Entretanto, a eficácia contra herpes
zoster ou varíola não foi demonstrada em estudos clínicos controlados.
Resistência celular e sensibilidade: a citarabina é metabolizada através de quinases
para nucleotídeo trifosfato, um inibidor eficaz da DNA polimerase; é inativada por uma
desaminase pirimidina-nucleosídeo, que a converte ao derivado uracil não-tóxico. O
balanço entre os níveis de quinase e desaminase, pode ser um importante fator na
determinação da sensibilidade ou resistência da célula à citarabina.
Estudos em animais: em estudos experimentais com tumores de camundongo, a
citarabina foi mais eficaz em tumores com alta fração de crescimento. O efeito foi
dependente do esquema de tratamento; os efeitos ótimos foram alcançados quando o
esquema terapêutico favoreceu o contato do fármaco com as células tumorais quando
o número máximo de células estava na Fase S susceptível. Os melhores resultados
foram obtidos quando os ciclos terapêuticos foram separados por intervalos suficientes
para permitir a recuperação adequada do hospedeiro.
Toxicologia animal: a toxicidade e a atividade da citarabina em animais
experimentais são fortemente influenciadas pelo esquema de administração. Por
exemplo, em camundongos, a DL10 na administração intraperitoneal única de
citarabina é superior a 6.000 mg/m2. Quando a citarabina é administrada em 8 doses,
separadas por 3 horas, a DL10 é inferior à dose total de 750 mg/m2. Da mesma
maneira, embora uma dose total de 1.920 mg/m2 administrada em 12 injeções com 6
horas de intervalo tenha sido letal a cães beagle (hipoplasia severa da medula óssea
com evidência de dano renal e hepático), cães recebendo a mesma dose total
administrada em 8 injeções (com intervalos de 6 horas) por um período de 48 horas
sobreviveram com sinais mínimos de toxicidade. A observação mais consistente nos
cães sobreviventes foi a presença de níveis elevados de transaminase. Em todas as
espécies experimentais, o efeito tóxico limitante principal foi supressão da medula
óssea com leucopenia. Além disso, a citarabina causa desenvolvimento cerebelar
anormal no hamster recém-nascido e é teratogênica para o feto do rato.
Farmacologia humana: a citarabina é rapidamente metabolizada e não é eficaz por
via oral; menos de 20% da dose administrada por via oral é absorvida pelo tratogastrintestinal. Após a injeção intravenosa rápida de citarabina marcada com trítio, o
desaparecimento no plasma é bifásico. Há uma fase inicial de distribuição com uma
meia-vida de cerca de 10 minutos, seguida por uma segunda fase de eliminação com
uma meia-vida de cerca de 1 a 3 horas. Após a fase de distribuição, mais que 80% da
radioatividade plasmática pode ser representada pelo metabólito inativo 1-beta-Darabinofuranosiluracil
(ara-U). Dentro do período de 24 horas, cerca de 80% da
radioatividade administrada pode ser recuperada na urina, da qual aproximadamente
90% é excretada como ara-U. Níveis plasmáticos relativamente constantes podem ser
alcançados por infusão intravenosa contínua. Após a administração subcutânea ou
intramuscular de citarabina marcada com trítio, os picos plasmáticos de radioatividade
são alcançados cerca de 20 a 60 minutos após a injeção e são consideravelmente
mais baixos que aqueles obtidos após administração intravenosa.
Os níveis de citarabina no líquido cefalorraquidiano são baixos em comparação com
os níveis plasmáticos após uma injeção intravenosa única.
Entretanto, na determinação dos níveis do fármaco no líquido cefalorraquidiano em um
paciente após 2 horas de infusão intravenosa constante, os níveis se aproximaram de
40% do nível plasmático no estado de equilíbrio.
Atividade imunossupressora: a citarabina é capaz de inibir a resposta imunológica
no homem durante a administração, acompanhada de pequena ou nenhuma
toxicidade. Demonstrou-se supressão de resposta de anticorpo ao antígeno E-coli-VI e
toxóide tetânico. Essa supressão foi obtida durante respostas de anticorpo primária e
secundária. A citarabina também suprimiu o desenvolvimento da resposta imune
mediada por células, como a reação cutânea de hipersensibilidade tardia ao
dinitroclorobenzeno. Entretanto, não houve efeito sobre as reações de
hipersensibilidade tardia já estabelecidas. Após ciclos de 5 dias de tratamento
intensivo com citarabina, a resposta imune foi suprimida, como indicam os seguintes
parâmetros: ingresso de macrófagos em reações cutâneas; resposta de anticorpos
circulantes após estímulo antigênico primário; blastogênese de linfócitos com fitohemaglutinina.
Poucos dias após o término da terapia, houve um rápido retorno à
normalidade.

Modo de usar

Este produto é de uso restrito a hospitais ou ambulatórios especializados, com
emprego específico em neoplasias malignas e deve ser manipulado apenas por
pessoal treinado. As informações ao paciente serão fornecidas pelo médico
assistente, conforme necessário.

Armazenagem

Este medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e
30°C), protegido da luz. As soluções reconstituídas podem ser armazenadas a
temperatura ambiente durante 48 horas. As soluções reconstituídas sem
conservantes devem ser utilizadas imediatamente após a reconstituição.

Aracytin – Informações

Aracytin CS (citarabina) é um agente antineoplásico citotóxico para uma grande variedade de células proliferativas de mamíferos. Mostra especificidade de fase celular, destruindo inicialmente as células que realizam síntese de DNA (fase-S) e, sob certas condições, bloqueando a progressão das células da fase G1 para a fase-S. Embora o mecanismo de ação não seja completamente conhecido, parece que a citarabina age através da inibição da DNA polimerase.
Relatou-se também uma incorporação limitada, mas significativa, da citarabina no DNA e no RNA. A citarabina produziu dano cromossômico extenso, incluindo quebras cromatóides e transformação maligna de células de roedores in vitro.
A deoxicitidina evita ou retarda (mas não reverte) a atividade citotóxica. Estudos em culturas de células mostraram um efeito antiviral. Entretanto, a eficácia contra herpes zoster ou varíola não foi demonstrada em estudos clínicos controlados.

Bula Aradois

Laboratório

Biolab

Referência

Losartan

Apresentação de Aradois

compr. rev. e sulcado 25 mg. cx. c/ 30 compr.
compr. rev. e sulcado 50 mg. cx. c/ 30 compr.
compr. rev. e sulcado 100 mg. cx. c/ 30 compr.

Contra-indicações de Aradois

Pacientes com hipersensibilidade ao losartan ou a qualquer componente da fórmula.

Advertências

Gerais – Pacientes com o volume intravascular depletado, podem apresentar hipotensão sintomática após início da terapia com Aradois® (por exemplo: pacientes tratados com diuréticos).Estas condições devem ser corrigidas antes da administração de Aradois® ou, então, utilizar uma dose inicial mais baixa (veja posologia).

Uso na gravidez de Aradois

Gravidez – Drogas que agem diretamente no sistema renina-angiotensina podem causar morbidade fetal e neonatal e morte do feto, quando administradas a mulheres grávidas. Quando uma gravidez for detectada, deve-se interromper imediatamente o tratamento com Aradois®. Mulheres em idade fértil, devem ser informadas pelos médicos sobre as conseqüências da exposição à drogas que agem no sistema renina-angiotensina.
Lactação – Não é conhecido se o losartan é excretado no leite humano, mas significantes níveis dele e de seu metabólito ativo foram encontrados no leite de ratas. Em função do potencial de reações adversas no lactente, deve-se interromper a amamentação ou então o tratamento com Aradois®, levando-se em consideração a importância da droga para a mãe.

Interações medicamentosas de Aradois

Não foram identificadas interações farmacocinéticas de significado clínico com os seguintes fármacos: hidroclorotiazida, digoxina, varfarina, cimetidina e fenobarbital. Aradois® pode ser administrado conjuntamente com outros medicamentos anti-hipertensivos.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Aradois

O losartan mostrou ser um fármaco bem tolerado, com uma incidência global de experiências adversas similar ao do placebo. Somente 2,3% de pacientes tratados com losartan foram obrigados a descontinuar o tratamento. As reações adversas são em geral leves e transitórias, sendo as seguintes: tontura; dores nas costas, pernas e tórax; cãibras; insônia; congestão nasal; astenia; dor de cabeça; diarréia e reações de hipersensibilidade (urticária, inchaço da face, lábios e/ou língua).

Aradois – Posologia

Adultos -A dose inicial usual é de 50 mg de Aradois® , uma vez ao dia. Aradois® pode ser administrado em uma única tomada ao dia, ou fracionado em duas tomadas ao dia, sendo que a dose total diária pode variar de 25 mg até 100 mg. Se o efeito anti-hipertensivo é inadequado administrando-se uma única dose de Aradois® ao dia, o regime de duas doses de Aradois® ao dia (fracionando-se a dose total diária) pode ser instituído, ou então, um aumento na dose única de Aradois® por dia pode resultar em resposta terapêutica satisfatória.

Em pacientes com depleção do volume intravascular (por exemplo, pacientes tratados com diuréticos), recomenda-se iniciar com dose de 25 mg de Aradois®.
Idosos ou insuficiência renal – não há necessidade de ajuste posológico inicial de Aradois®, nesses casos , incluindo pacientes sob diálise.
Insuficiência hepática – recomenda-se utilizar doses mais baixas de Aradois®. A dose inicial do Aradois® para pacientes com insuficiência cardíaca é de 12,5mg uma vez ao dia. Geralmente, a dose deve ser titulada em intervalos semanais (isto é, 12,5mg, 25mg, 50mg, uma vez ao dia) de acordo com a tolerabilidade do paciente.

Superdosagem
Os dados disponíveis sobre superdose em humanos são limitados. As manifestações mais prováveis de superdose seriam hipotensão e taquicardia; bradicardia poderia ocorrer por estimulação parassimpática (vagal). Se ocorrer hipotensão sintomática, deve-se instruir tratamento de suporte.
Nem a losartana, nem o seu metabólito ativo podem ser removidos da circulação por hemodiálise

Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco

Pediatria – A segurança e a eficácia do uso de Aradois® em crianças ainda não foram estabelecidas.
Geriatria (idosos) – Não houve diferenças significativas na eficácia e segurança de losartan relacionadas à idade. No entanto, foi observada maior sensibilidade em alguns pacientes idosos.
Insuficiência renal – Como conseqüência da inibição do sistema renina-angiotensina-aldosterona, mudanças na função renal foram relatadas em pacientes suscetíveis tratados com Aradois®. Em alguns pacientes, estas alterações da função renal foram revertidas com a descontinuação da terapia. Em pacientes cuja função renal depende da atividade do sistema renina-angiotensina-aldosterona (por exemplo: pacientes com grave congestão cardíaca), o tratamento com inibidores da enzima conversora de angiotensina tem sido associado com oligúria e/ou azotemia. Efeitos similares foram relatados com losartan.
Em estudos com outros inibidores da ECA em pacientes com estenose da artéria renal unilateral ou bilateral, foram reportados aumentos na creatinina sérica ou BUN (uréia). Efeitos similares foram relatados com losartan. Em vários pacientes estes efeitos foram revertidos com a interrupção do tratamento.
Insuficiência hepática – Baseados na farmacocinética que demonstra aumentos significativos nas concentrações sangüíneas de losartan em pacientes cirróticos, deve-se considerar doses mais baixas em pacientes com história de disfunção hepática (veja posologia).

Bula Aradois h

Laboratório

Biolab

Apresentação de Aradois h

compr. rev. 50 mg + 12,5 mg. cx. c/ 30 compr.

compr. rev. 100 mg + 25 mg. cx. c/ 30 compr.

Aradois h – Indicações

Aradois h é indicado no tratamento da hipertensão, em pacientes nas quais é adequada a terapia combinada.

Contra-indicações de Aradois h

Pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula ou a outros medicamentos derivados da sulfonamida. Pacientes com anúria.

Advertências

Losartan-hidroclorotiazida: hipersensibilidade, angioedema (vide reações adversas).

Losartan: – Outras drogas que afetam o sistema renina-angiotensina podem aumentar os níveis séricos de uréia e creatinina, em pacientes com estenose da artéria renal bilateral ou com estenose da artéria de rim único. Efeitos similares têm sido relatados com losartan. Estas alterações da função renal podem ser reversíveis perante descontinuação da terapia.

Hidroclorotiazida: – Desequilíbrio hidroeletrolítico e hipotensão: assim como para todas as terapias anti-hipertensivas pode ocorrer hipotensão sintomática em alguns pacientes.

Os pacientes devem ser observados quanto aos sinais clínicos de desequilíbrio hídrico ou eletrolítico, por exemplo, depleção de volume, hiponatremia, alcalose hipoclorêmica, hipomagnesemia ou hipocalemia que pode ocorrer durante vômitos ou diarréias intercorrentes. Nestes pacientes, deve ser feita determinação periódica de eletrólitos séricos, em intervalos apropriados.

Efeitos endócrinos e metabólicos: a terapia com tiazídicos pode diminuir a tolerância à glicose. Pode ser necessário ajuste posológico de agentes antidiabéticos, incluindo a insulina (vide interações medicamentosas).

As tiazidas podem reduzir a excreção urinária de cálcio e podem provocar elevação discreta e intermitente do cálcio sérico. Hipercalcemia acentuada pode ser evidência de hiperparatireoidismo oculto. O tratamento com tiazidas deve ser descontinuado antes de serem realizados testes para avaliação da função das paratireóides.

Elevações nos níveis de colesterol e de triglicérides podem estar associadas com a terapia diurética com tiazídicos.

A terapia com tiazídicos pode precipitar hiperuricemia e/ou gota em certos pacientes. Uma vez que losartan reduz o ácido úrico, losartan em combinação com hidroclorotiazida, atenua a hiperuricemia induzida por diuréticos.

Outros: em pacientes recebendo tiazidas, podem ocorrer reações de hipersensibilidade com ou sem história de alergia ou asma brônquica. Foi relatada exacerbação ou ativação de lúpus eritematoso sistêmico, com o uso de tiazidas.

Uso na gravidez de Aradois h

Quando utilizado durante o segundo e terceiro trimestres da gravidez, as drogas que atuam diretamente no sistema renina-angiotensina podem causar danos e até morte do feto em desenvolvimento. Quando há confirmação da gravidez, a terapia com Aradois h deve ser descontinuada o mais rapidamente possível.

Embora não haja muita experiência com o uso de Aradois h em mulheres grávidas, estudos com losartan potássico em animais demonstraram danos fetal e neofetal e morte, acredita-se que o mecanismo é farmacologicamente mediado através dos efeitos sobre o sistema renina-angiotensina. Nos seres humanos, a perfusão renal fetal, que depende do desenvolvimento do sistema renina-angiotensina, começa no segundo trimestre; assim, o risco para o feto aumenta se Aradois h for administrado durante o segundo ou terceiro trimestres da gravidez.

As tiazidas cruzam a barreira placentária e aparecem no sangue do cordão umbilical. A utilização rotineira de diuréticos em mulheres grávidas sadias não é recomendada e expõe a mãe e o feto a riscos desnecessários incluindo icterícia fetal ou neonatal, trombocitopenia e outras possíveis reações adversas relatadas em adultos. Diuréticos não previnem o desenvolvimento de toxemia na gravidez e não há evidência satisfatória de que eles são úteis no tratamento da toxemia.

Lactação – Não se sabe se o losartan é excretado no leite materno. As tiazidas aparecem no leite materno. Devido ao potencial de reações adversas no lactente, deve-se decidir pela interrupção da droga ou da amamentação, levando-se em consideração a importância da droga para a mãe.

Interações medicamentosas de Aradois h

Losartan: não foram identificadas interações medicamentosas de significado clínico. Os compostos que foram avaliados nos estudos de farmacocinética clínica incluem hidroclorotiazida, digoxina, varfarina, cimetidina, fenobarbital (veja: hidroclorotiazida, álcool, barbituratos ou narcóticos) e cetoconazol.

Como ocorre com outras drogas que bloqueiam a angiotensina II ou seus efeitos, o uso concomitante de diuréticos poupadores de potássio (por exemplo: espironolactona, triantereno, amilorida), suplementos de potássio ou substitutos de sais contendo potássio podem levar a um aumento no potássio sérico.

Hidroclorotiazida: quando administradas concomitantemente, as seguintes drogas podem interagir com os diuréticos tiazídicos: álcool, barbituratos ou narcóticos – pode ocorrer potencialização da hipotensão ortostática. Drogas antidiabéticas (orais ou insulina) – pode ser necessário ajuste posológico da droga antidiabética. Outras drogas anti-hipertensivas – efeito aditivo. Colestiramina e resinas de colestipol – a absorção da hidroclorotiazida é prejudicada na presença de resinas de troca aniônica. Doses únicas de colestiramina ou de resinas de colestipol ligam-se à hidroclorotiazida e reduzem sua absorção no trato gastrointestinal em até 85 e 43%, respectivamente. Corticosteróides, ACTH – intensificam a depleção eletrolítica, particularmente hipocalemia. Aminas pressoras (exemplo, adrenalina) – possível redução das respostas às aminas pressoras mas não o suficiente para impedir o seu uso. Relaxantes não despolarizantes do músculo esquelético (exemplo, tubocurarina) – possível aumento da resposta ao relaxante muscular. Lítio – agentes diuréticos reduzem a depuração renal de lítio e aumentam o risco de toxicidade por lítio; o uso concomitante não é recomendado. Consulte as bulas das preparações de lítio antes de utilizá-las. Drogas antiinflamatórias não esteroidais – em alguns pacientes a administração de agentes antiinflamatórios não esteroidais pode reduzir os efeitos diuréticos, natriuréticos e anti-hipertensivos dos diuréticos.

Interferência em exames laboratoriais: Devido ao seu efeito no metabolismo do cálcio, as tiazidas podem interferir nos testes de função da paratireóide (veja precauções e advertências).

Em estudos clínicos controlados, alterações clínicas importantes em parâmetros padrão de testes laboratoriais foram raramente associadas com a administração de Aradois h. Hipercalemia (potássio sérico > 5,5 mEq/L) ocorreu em 0,7% dos pacientes, mas nestes estudos, não foi necessária a descontinuação de Aradois h devido à hipercalemia. Raramente ocorreram elevações de ALT, em geral solucionadas com a descontinuação da terapia.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Aradois h

Nos estudos clínicos realizados com losartan potássico/hidroclorotiazida, não foram observadas experiências adversas peculiares a esta combinação. As experiências adversas foram limitadas àquelas anteriormente relatadas com losartan potássico e/ou hidroclorotiazida. A incidência global de experiências adversas relatadas com esta combinação foi comparável a do placebo. A porcentagem de descontinuação da terapia também foi comparável à do placebo. Em geral, o tratamento com losartan potássico/hidroclorotiazida foi bem tolerado. Na maioria dos casos, as experiências adversas foram leves e de natureza transitória e não requereram a descontinuação da terapia. Em estudos clínicos controlados em hipertensão essencial, tontura foi a única experiência adversa relatada como relacionada à droga e que ocorreu com incidência maior do que a do placebo em 1% ou mais dos pacientes tratados com losartan potássico/hidroclorotiazida.

As seguintes reações adversas têm sido relatadas após a comercialização:

Hipersensibilidade: raramente tem sido relatado angioedema, incluindo edema de laringe e glote causando obstrução de respiração e/ou edema de face, lábios, faringe e/ou língua em pacientes tratados com losartan; alguns destes pacientes previamente apresentaram angioedema com outras drogas incluindo inibidores da ECA.

Gastrointestinal: hepatite foi raramente relatada em pacientes tratados com losartan e diarréia.

Aradois h – Posologia

dose usual inicial e a dose de manutenção de AradoisH é de um comprimido de Aradois h 50/12,5 mg (losartan 50 mg/hidroclorotiazida 12,5 mg) uma vez ao dia. Para os pacientes que não respondem adequadamente ao tratamento com Aradois h 50/12,5 mg, a dose pode ser aumentada para 1 comprimido de Aradois h 100/25 mg (losartan 100 mg/hidroclorotiazida 25 mg) uma vez ao dia ou 2 comprimidos de Aradois h 50/12,5 mg uma vez ao dia.

A dose máxima é de 1 comprimido de Aradois h 100/25 mg uma vez ao dia ou 2 comprimidos de Aradois h 50/12,5 mg uma vez ao dia. Em geral, atinge-se o efeito anti-hipertensivo em três semanas após o início da terapia.

Não deve ser iniciado o tratamento com Aradois h em pacientes que apresentem depleção intravascular de volume (exemplo, aqueles pacientes tratados com altas doses de diuréticos).

Aradois h não é recomendado para pacientes com insuficiência renal severa (depuração de creatinina < 30mL/min) ou para pacientes com insuficiência hepática.

Não é necessário ajuste posológico inicial para pacientes idosos.

Aradois h pode ser administrado com outros agentes anti-hipertensivos.

Aradois h pode ser administrado com ou sem alimentos.

Bula Aramin

Laboratório

Cristália

Apresentação de Aramin

cx. c/ 50 amp. de 1 ml c/ 10 mg

Aramin – Indicações

O Aramin está indicado para a prevenção e tratamento dos estados hipotensivos que ocorram associados à raquianestesia, no tratamento da hipotensão devida à hemorragia, reações medicamentosas, complicações cirúrgicas e choque associado com dano cerebral devido a trauma e tumor.

Contra-indicações de Aramin

O uso do Aramin com ciclopropano ou halotano, deve ser evitado, a não ser que circunstâncias clínicas indiquem este uso.

Está também contra-indicado a pacientes com hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Aramin

As aminas simpatomiméticas, incluindo o MetAraminol, podem causar taquicardia ventricular ou sinusal ou outras arritmias, especialmente em pacientes com infarto do miocárdio. Em pacientes com histórico de malária podem provocar recidiva.

Formação de abcessos, necrose tissular ou mudança de pele, raramente podem acontecer.

Ao escolher o local da injeção, é importante evitar aquelas áreas inadequadas para uso de qualquer agente pressor e descontinuar a infusão imediatamente se ocorrer infiltração ou trombose.

As grandes veias da fossa antecubital ou da coxa, são preferidas às do dorso da mão e do tornozelo, particularmente em pacientes com desordens vasculares periféricas, diabetes mellitus, desordem de Buerger ou condições em que coexiste hipercoagulação.

Aramin – Posologia

O Aramin (Bitartarato de MetAraminol) pode ser administrado por via intramuscular, subcutânea ou intravenosa, sendo que a via de administração depende da natureza e gravidade de cada caso.

Adultos:

Administração subcutânea ou intramuscular: A dose recomendada é de 2 a 10 mg (0,2 a 1 ml).

Administração através de infusão intravenosa: A dose recomendada é de 15 a 100 mg (1,5 a 10 ml) em 500 ml de Cloreto de sódio 0,9% ou Glicose 5%, ajustando a velocidade de infusão para manter a pressão no nível desejado. Têm sido utilizadas altas doses de MetAraminol de 150 a 500 mg em 500 ml de infusão.

Administração intravenosa direta: Em choque grave, quando o tempo é de grande importância, este agente deverá ser administrado diretamente. A dose sugerida é de 0,5 a 5 ml (0,05 a 0,5 ml) seguida de uma infusão de 15 a 100 mg (1,5 a 10 ml) em 500 ml de Cloreto de sódio 0,9% ou Glicose 5%.

Aramin – Informações

O Aramin (Bitartarato de MetAraminol) é uma potente amina simpatomimética que aumenta a pressão arterial tanto diastólica como sistólica.

O efeito pressor do MetAraminol começa em 1 ou 2 minutos após aplicação intravenosa, em 10 minutos após injeção intramuscular e em 5 a 20 minutos após aplicação subcutânea, com duração dos efeitos de 2 minutos a 1 hora.

O MetAraminol tem efeito inotrópico positivo sobre o coração e ação vasoconstritora. Em muitas situações de choque cardiogênico, o efeito benéfico das aminas simpatomiméticas é atribuído ao seu efeito inotrópico positivo.

O fluxo sanguíneo renal, coronário e cerebral está em função da perfusão pressora e da resistência regional. Em pacientes com insuficiência ou falta de vasoconstrição, existe uma vantagem adicional da ação periférica do MetAraminol, mas na maioria dos pacientes em choque, a vasoconstrição é adequada e nenhum aumento adicional é necessário. O fluxo sanguíneo de órgãos vitais pode diminuir com o MetAraminol, se a resistência periférica for aumentada excessivamente.

O efeito pressor do MetAraminol é diminuído mas não revertido por agentes bloqueadores alfa-adrenérgicos. Não é comum a queda da pressão arterial primária e secundária, e da resposta taquifilática, com o uso repetido de MetAraminol.

Bula Arava

Laboratório

Sanofi

Apresentação de Arava

Cx c/ 30 compr. de 20 mg ou 3 compr. de 100 mg.

Arava – Indicações

Arava é indicado para o tratamento de artrite reumatóide ativa, reduzindo os

sinais e sintomas, inibindo a destruição das articulações e melhorando as funções

físicas e de saúde relacionadas à qualidade de vida.

Arava é também indicado para o tratamento da artrite psoriática ativa.

Contra-indicações de Arava

Arava é contra-indicado em pacientes que apresentam hipersensibilidade à

leflunomida ou a qualquer um dos componentes da fórmula.

Arava é contra-indicado para mulheres grávidas ou que possam vir a

engravidar e não estejam utilizando métodos contraceptivos eficazes durante o

tratamento com leflunomida ou que após o tratamento estejam com níveis

plasmáticos do metabólito ativo (A771726) acima de 0,02 mg/L. A possibilidade

de gravidez deve ser excluída antes de se iniciar o tratamento.

Advertências

Geral

Devido à meia-vida prolongada do metabólito ativo da leflunomida – A771726,

reações adversas podem ocorrer ou persistir mesmo após a interrupção do

tratamento com leflunomida (ver item REAÇÕES ADVERSAS).

Caso ocorra uma reação adversa grave com leflunomida, ou se por qualquer

outra razão for necessário eliminar rapidamente o A771726 do organismo,

deve-se iniciar a administração de colestiramina ou carvão ativado, conforme

descrito no item SUPERDOSAGEM, e mantê-la ou repeti-la, se clinicamente

necessário.

Em caso de suspeita de reação imunológica e/ou alérgica grave, pode ser

necessário prolongar a administração de colestiramina ou carvão ativado para

se obter a eliminação rápida e suficiente do A771726 (ver item GRAVIDEZ).

Sistema Hepático

Visto que o metabólito ativo da leflunomida, A771726, apresenta alta taxa de

ligação às proteínas plasmáticas e é eliminado do organismo através de

metabolismo hepático e secreção biliar, e devido ao possível risco de

hepatotoxicidade, leflunomida deve ser utilizada com cautela em pacientes com

função hepática prejudicada. O uso de leflunomida é desaconselhado em

pacientes com insuficiência hepática significativa ou com doença hepática préexistente.

Deve-se monitorizar o nível de TGP antes do início do tratamento e no mínimo

em intervalos mensais durante os seis primeiros meses de tratamento, e

posteriormente, em intervalos de 6 8 semanas.

Recomendações para ajuste posológico ou interrupção do tratamento segundo

o grau de gravidade e persistência da elevação de TGP estão descritas abaixo:

Para elevações confirmadas dos níveis de TGP entre 2 a 3 vezes o limite

superior da normalidade (LSN), a dose de Arava pode ser reduzida a critério

médico, possibilitando a continuação da administração de leflunomida, desde

que sob monitorização rigorosa.

Se as elevações dos níveis de TGP entre 2-3 vezes o LSN persistirem ou caso

se confirmem elevações de TGP acima de 3 vezes o LSN, deve-se interromper o

uso da leflunomida. Deve ser administrada colestiramina ou carvão ativado

para reduzir mais rapidamente os níveis de A771726.

Durante o tratamento com leflunomida foram relatados raros casos de dano

hepático grave, em casos isolados com conseqüência fatal. A maioria dos

casos ocorreu durante os seis primeiros meses de tratamento. Embora não

tenha sido estabelecida uma relação causal com a leflunomida e múltiplos

fatores geradores de dúvida estivessem presentes na maioria dos casos,

considera-se essencial que as recomendações de monitorização sejam

rigorosamente seguidas.

(continua na bula original)

Uso na gravidez de Arava

Arava é contra-indicado em mulheres grávidas ou que possam vir a

engravidar. Caso seja utilizado durante a gravidez, ou se a paciente vier a

engravidar durante o tratamento, a mesma deve ser informada sobre os riscos

potenciais para o feto.

Lactação

Estudos com animais indicam que a leflunomida e seus metabólitos são

excretados no leite materno, não sendo conhecido, entretanto, se a sua

excreção ocorre ou não em humanos. Não é recomendado, portanto, que

lactantes amamentem seus filhos durante o tratamento com Arava. A

decisão de se iniciar o tratamento ou de se amamentar deve ser baseada na

importância do medicamento para a mãe.

Interações medicamentosas de Arava

Pode ocorrer aumento das reações adversas quando do uso recente ou

concomitante de Arava e substâncias hepatotóxicas (incluindo álcool),

hematotóxicas ou imunossupressoras. Este fato também deve ser considerado

quando o tratamento com leflunomida é seguido da administração de tais

substâncias sem que se observe o período adequado de eliminação do mesmo.

A interação de leflunomida (10 ou 20 mg por dia) e metotrexato (10 a 25 mg por

semana) foi estudada em um grupo de 30 pacientes com artrite reumatóide.

Observou-se elevação de 2 a 3 vezes nas enzimas hepáticas em 5 dos 30 pacientes.

Estas elevações normalizaram-se em 2 pacientes mantendo-se a administração dos

dois fármacos e em 3 pacientes com a interrupção da leflunomida. Observou-se

elevação de mais de 3 vezes nas enzimas hepáticas em outros 5 pacientes. Estes

pacientes também voltaram ao estado normal, dois dos quais com a continuação da

administração dos dois fármacos e três dos quais após a interrupção da leflunomida.

Portanto, embora não seja necessário um período de aguardo, é recomendada a

monitoração cuidadosa das enzimas hepáticas durante a fase inicial da substituição

de leflunomida para metotrexato.

Não foi observada interação farmacocinética entre a leflunomida (10 a 20 mg por dia)

e metotrexato (10 a 25 mg por semana).

As enzimas envolvidas no metabolismo da leflunomida e de seus metabólitos não

são exatamente conhecidas. Um estudo de interação in vivo com cimetidina

(inibidor inespecífico do citocromo P450) não demonstrou interação significativa.

A administração concomitante de dose única de leflunomida em indivíduos

recebendo doses múltiplas de rifampicina (indutor inespecífico do citocromo P450)

aumentou os picos plasmáticos de A771726 em aproximadamente 40%, enquanto

que a AUC (área sob a curva) não foi significativamente alterada. O mecanismo

deste efeito não é claro. Deve-se considerar o potencial de aumento dos níveis

plasmáticos de leflunomida após administrações múltiplas em pacientes recebendo

concomitantemente leflunomida e rifampicina.

(continua na bula original)

Reações adversas / Efeitos colaterais de Arava

- Sistemas Gastrintestinal e Fígado:

– 1 a 10% dos pacientes podem apresentar diarréia, náusea, vômitos, anorexia, alterações da mucosa oral (por exemplo: estomatite aftosa, ulcerações na boca), dor abdominal, elevação dos parâmetros laboratoriais hepáticos (por exemplo: transaminases, menos freqüentemente gama-GT, fosfatase alcalina, bilirrubina);

– raramente, em 0,01 – 0,1% dos pacientes pode ocorrer: hepatite, icterícia/colestase;

– muito raramente (em 0,01% dos pacientes) pode ocorrer dano hepático grave, como insuficiência hepática e necrose hepática aguda, que pode ser fatal. Pode ocorrer também pancreatite.

Sistema Cardiovascular:

– 1 a 10% dos pacientes podem apresentar elevação da pressão sangüínea.

Sistema Hematológico e Linfático:

– 1 a 10% dos pacientes podem apresentar leucopenia com contagem de leucócitos > 2 x 109/L (>2 G/L);

– 0,1 a 1,0% dos pacientes podem apresentar anemia, trombocitopenia com contagem de plaquetas <100 x 109/L (<100 G/L);

– Raramente (0,01-01% dos pacientes) podem apresentar leucopenia com contagem de leucócitos < 2 x 109/L (<2 G/L) e eosinofilia ou pancitopenia;

- O uso recente, concomitante ou consecutivo de agentes potencialmente mielotóxicos pode estar associado ao maior risco de efeitos hematológicos;

- Muito raramente (em 0,01% dos pacientes), pode ocorrer vasculite, porém devido à doença subjacente, vasculite não pôde ser relacionada à utilização de leflunomida.

Sistema Nervoso:

- 1 a 10% dos pacientes podem apresentar cefaléia, vertigem e parestesia;

- 0,1 a 1% dos pacientes podem apresentar distúrbios do paladar e ansiedade;

- Muito raramente (em 0,01% dos pacientes), pode ocorrer neuropatia periférica.

Reações alérgicas, pele e anexos:

- 1 a 10% dos pacientes podem apresentar reações alérgicas leves (incluindo exantema-maculopapular e outros), prurido, eczema, pele ressecada, aumento da perda de cabelo;

- 0,1 a 1% dos pacientes podem apresentar urticária;

- Muito raramente (em 0,01% dos pacientes) podem ocorrer reações anafiláticas/anafilactóides graves, síndrome de Stevens-Johnson (eritema multiforme grave) e necrólise epidérmica tóxica.

Nos casos relatados não foi possível estabelecer uma relação causal com o tratamento com leflunomida, entretanto esta hipótese não pode ser excluída.

Infecção:

- Muito raramente (em 0,01% dos pacientes) pode ocorrer infecção severa e sepsis, que pode ser fatal.

A maioria dos casos relatados foi confundida por tratamento imunossupressor concomitante e/ou doença co-mórbida, em adição à artrite reumatóide, que pode predispor os pacientes à infecção.

Medicamentos como leflunomida que apresentam potencial imunossupressor podem levar os pacientes a serem mais susceptíveis à infecções, incluindo infecções oportunistas.

Em estudos clínicos, a incidência de rinite e bronquite (5% vs. 2%) e pneumonia (3% vs. 0%) foi levemente aumentada em pacientes tratados com leflunomida, comparativamente ao placebo, enquanto que a incidência geral de infecções foi comparável entre os dois grupos.

Doenças do mediastino, torácica e respiratória:

- Raramente (em 0,01 - 0,1% dos pacientes) pode ocorrer doença intersticial pulmonar (incluindo pneumonite intersticial), que pode ser fatal.

Outras reações:

- 1 a 10% dos pacientes podem apresentar perda de peso e astenia;

- 0,1 a 1% dos pacientes podem apresentar hipopotassemia;

- Pode ocorrer hiperlipidemia leve. As concentrações de ácido úrico geralmente diminuem, devido ao efeito uricosúrico.

Outras observações laboratoriais encontradas cuja relevância clínica não foi estabelecida, foram: pequenos aumentos das taxas de LDH e creatina quinase e pequenas reduções no fosfato.

Foram reportados alguns casos de tendossinovites e ruptura de tendão como efeitos adversos sob o tratamento com leflunomida; no entanto, não foi possível estabelecer uma relação causal entre o fármaco e os casos citados.

Pequena diminuição na concentração de espermatozóides, contagem total de espermatozóides e na motilidade progressiva rápida, todas reversíveis, não podem ser excluídas.

O risco de malignidade, particularmente desordens linfoproliferativas, também é conhecido por estar aumentado com o uso de alguns fármacos imunossupressores.

Arava – Posologia

O tratamento com Arava deve ser iniciado e acompanhado por médicos com

experiência no tratamento de artrite reumatóide.

Para recomendações de monitorização, verificar item PRECAUÇÕES E

ADVERTÊNCIAS.

O tratamento com Arava para artrite reumatóide é iniciado com uma dose de

ataque de 100 mg uma vez/dia, durante 3 dias. A dose de manutenção recomendada

é de 20 mg de Arava uma vez/dia. Se a dose de 20 mg não for clinicamente

tolerada, a dose pode ser reduzida a critério médico.

O tratamento com Arava para artrite psoriática é iniciado também com uma dose

de ataque de 100 mg uma vez/dia, durante 3 dias. A dose de manutenção é de 20

mg de Arava uma vez/dia.

O resultado do tratamento pode ser evidenciado após 4 semanas e pode melhorar de

4 a 6 meses após o seu início. O tratamento com Arava é geralmente de longa

duração.

Arava deve ser ingerido inteiro, com quantidade suficiente de líquido.

Arava não é recomendado para o uso em crianças e adolescentes com idade

inferior a 18 anos, uma vez que a segurança e eficácia nestes grupos ainda não

foram estabelecidas.

Não é necessário ajuste de dose em pacientes acima de 65 anos de idade.

Superdosagem

Sintomas:

Foram relatados casos de superdosagem crônica em pacientes sob tratamento com

Arava, com doses diárias 5 vezes superiores à dose diária recomendada e relatos

de superdosagem aguda em adultos e crianças. Não houve efeitos adversos

relatados na maioria dos casos de superdosagem. Os efeitos adversos foram

consistentes com o perfil de segurança para Arava. As reações adversas mais

freqüentes foram diarréia, dor abdominal, leucopenia, anemia e elevação nos testes

de função hepática.

Procedimento em caso de superdosagem:

Caso ocorra superdosagem ou toxicidade relevante, recomenda-se a administração

de colestiramina ou carvão ativado para acelerar a eliminação da leflunomida. A

administração de colestiramina por via oral, na dose de 8 g, três vezes ao dia,

durante 24 horas a três voluntários sadios, diminuiu os níveis plasmáticos do

metabólito ativo (A771726) em aproximadamente 40% nas primeiras 24 horas e em

49% a 65% após 48 horas. A administração de carvão ativado (em suspensão) por

via oral ou através de uma sonda nasogástrica (50 g a cada 6 horas durante 24

horas) demonstrou reduzir as concentrações plasmáticas do metabólito ativo em 37%

após 24 horas e em 48% após 48 horas.

Estes procedimentos de eliminação podem ser repetidos caso seja clinicamente

necessário.

Estudos, tanto com hemodiálise quanto com CAPD (diálise peritoneal contínua)

indicaram que A771726, o metabólito primário de leflunomida, não é dialisável.

Dependência: não é conhecido o potencial de leflunomida para causar dependência.

Arava – Informações

A leflunomida é um agente anti-reumático com propriedades antiproliferativas. A

leflunomida demonstrou melhorar os sinais e sintomas e reduzir o progresso da

destruição das articulações na artrite reumatóide ativa. Nos estudos realizados, a

maioria dos pacientes estava utilizando concomitantemente AINEs ou baixas doses

de corticosteróides.

Em modelos animais, a leflunomida demonstrou ser efetiva em artrites, outras doenças

autoimunes e transplantes. A leflunomida possui características imunomoduladoras/

imunossupressoras, age como agente antiproliferativo e apresenta propriedades

antiinflamatórias.

In vivo, a leflunomida é rapidamente e quase completamente metabolizada em seu

metabólito ativo (A771726), que é ativo in vitro e se presume ser o responsável por

toda a ação farmacológica do Arava.

Em modelos animais de doenças autoimunes, a leflunomida apresentou os melhores

efeitos protetores quando administrada logo no início da doença. Em modelos

animais de rejeição a orgãos transplantados e doença crônica enxerto versus

hospedeiro, a leflunomida prolongou o tempo de rejeição ou até mesmo reverteu

reações de rejeição já instaladas. Além disso, a leflunomida demonstrou atividades

antiinflamatórias, ainda que com atividades analgésica e antipirética fracas ou

ausentes. Em um modelo experimental de septicemia, a leflunomida não alterou a

resistência de ratos a infecção por bactérias patogênicas.

O A771726, metabólito ativo da leflunomida, reduz a progressão das células-alvo

atuando em diferentes fases do ciclo celular.

In vitro, após a estimulação da mitose, o metabólito ativo A771726 inibe a

proliferação de células T e a síntese de DNA. O metabólito ativo inibe também a

proliferação estimulada por mitose de células mononucleadas de sangue periférico

humano e a proliferação de linhagens de células humanas e murinas de forma dosedependente.

Esta atividade antiproliferativa é revertida pela adição de uridina na cultura celular,

indicando que o A771726 age na biosíntese de pirimidina. Estudos de ligação

utilizando substâncias radiomarcadas, demonstraram que o metabólito ativo se liga e

inibe a enzima humana diidroorotato desidrogenase.

Em conjunto, estes dados sugerem que in vivo, as concentrações plasmáticas

alcançáveis em pacientes recebendo a leflunomida podem inibir a síntese de novo

de pirimidina em linfócitos e outras células com alta velocidade de divisão.

(continua na bula original)

Bula Arcalion

Laboratório

Servier

Apresentação de Arcalion

cx. c/ 20 e 60 drágeas de 200 mg.

Arcalion – Indicações

Astenia em todas as suas manifestações: físicas, psíquicas, intelectuais e sexuais; Reabilitação de pacientes coronarianos.

Contra-indicações de Arcalion

Hipersensibilidade à sulbutiamina

Arcalion – Posologia

2 drágeas ao café da manhã

Arcalion – Informações

A lipofilia de Arcalion facilita a passagem da barreira hematencefálica, fixando-se eletivamente ao nível de três estruturas centrais reguladoras: do comportamento relacional e afetivo (sistema límbico); da coordenação da motricidade (células de Purkinje do cerebelo); da vigilância e tônus (formação reticulada). Este neurotropismo específico de Arcalion explica a sua polivalência sobre a expressão neuronal da astenia, melhorando a memória e a eficiência intelectual; aumentando a resistência ao esforço físico e reduzindo a ansiedade e a depressão

Bula Arcolan

Laboratório

Galderma

Referência

Cetoconazol Creme ou Pomada

Apresentação de Arcolan

bisn. c/ 30 g de creme.

Shampoo c/ 100 ml.

Contra-indicações de Arcolan

Hipersensibilidade conhecida ao cetoconazol ou aos outros componentes da fórmula.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Arcolan

Arcolan shampoo é geralmente bem tolerado. Se ocorrerem reações tais como ardência, coceira ou vermelhidão / irritação, interrompa o uso do produto e consulte o seu médico.

Arcolan – Posologia

Aplique o shampoo nas áreas afetadas da pele ou cabelos, deixando-o agir por 3 a 5 minutos antes de enxaguar.

Tratamento de:

Pitiríase versicolor : uma aplicação ao dia, durante 5 dias

Dermatite seborréica / caspa: uma aplicação, duas vezes por semana, por 2 a 4 semanas

Profilaxia de pitiríase versicolor: 1 aplicação ao dia, durante 3 dias consecutivos antes do verão. Dermatite seborréica / caspa: 1 aplicação a cada 1 ou 2 semanas.